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12/11/2014
12/11/2013
03/05/2013
03/03/2013
30/12/2012
13/11/2012
ATREVE-TE A LER - Crónica vencedora.
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«ATREVE-TE A LER» CRÓNICA VENCEDORA
Diário de Anne Frank
‘A
genialidade não tem idade’, esta frase poderia servir muito bem para sintetizar
a essência da vida e obra de Anne Frank.
Se
nos for permitido especular diríamos que, se Anne Frank não tivesse sucumbido à
execrável empresa executada pelos bárbaros nazis, Anne Frank teria tido uma
vida melancólica, triste profundamente marcada pela memória da juventude,
bruscamente interrompida pela vil rudeza da segunda guerra mundial. Com certeza
que o “génio literário” de Anne Frank teria tido a felicidade de conhecer a
grandiosidade, clareza e o brilho da luz, quiçá poderia ter sido galardoada
com esses prémios destinados aos grandes escritores.
Anne
Frank foi uma adolescente igual às outras mas, ao contrário das suas contemporâneas,
também tinha os seus sonhos, angústias, paixões, animosidades familiares e
conflitos interiores. Não teve a maravilhosa oportunidade de usufruir da sua
liberdade. Não lhe foi concedida a chance de levar uma vida despreocupada e ter
um ambiente familiar normal e saudável.
Nós,
os afortunados, muitas vezes temos a insensatez de nos lamuriar da nossa
situação, entregar-nos à pedinchice e queixarmo-nos constantemente da nossa
“feliz ignorância” da vida e não hesitamos em expor o nosso “injustificável sofrimento”
perante a benesse que nos é gratuitamente dada todos dias. Talvez exemplos como
o de Anne Frank nos lembrem que ser-nos-ia melhor agradecer, enaltecer,
regozijar até; com todo o manancial de facilidades que temos e ter sempre
presente os princípios da responsabilidade, bom senso, e tolerância.
O
que foi possível depreender da história de Anne Frank, é que o diário que nos
deixou encerra um conto cujo final foi a tragédia. Nunca saberemos como seres
pérfidos, ascorosos, vis, antropoformes, foram capazes de materializar o horror
ao expoente máximo, a qualidade mais sublime que eles consideram é serem
hediondos.
Adriano Delgado, 12º
C5, nº 1
Em nome de toda a Equipa de Biblioteca Escolar os nossos parabéns ao vencedor.
01/11/2012
ATREVE-TE A LER
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ATREVE-TE
A LER!
A Obra que a Biblioteca
Escolar sugere que leias no mês de NOVEMBRO é:
A QUEDA DUM ANJO
de
CAMILO CASTELO BRANCO

Escreve uma Crónica/Apreciação Crítica sobre a tua leitura da Obra. Entrega
na BE.
O melhor texto será premiado.
A EQUIPA DA BE
(Carlos Cotter, Graça
Machaqueiro, Mª dos Anjos Fernandes, Mª Piedade Carvalho)
08/10/2012
ATREVE-TE A LER
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A Obra que a Biblioteca
Escolar sugere que leias no mês
de OUTUBRO é:
O DIÁRIO DE ANNE FRANK
de
ANNE FRANK

Escreve uma
Crónica/Apreciação Crítica sobre a tua leitura da Obra. Entrega na BE.
O melhor texto será premiado.
A EQUIPA DA BE (Carlos
Cotter, Graça Machaqueiro, Mª dos Anjos Fernandes, Mª Piedade Carvalho)
19/06/2012
ATREVE-TE A LER - Crónica vencedora
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ATREVE-TE A LER - Crónica vencedora da obra "Intermitências da Morte"
“Roguemos, por favor, não se vá [a morte] embora. Porque a única condição que a espécie humana tem para continuar a viver é morrendo.” – José Saramago
Parabéns ao vencedor.
“Roguemos, por favor, não se vá [a morte] embora. Porque a única condição que a espécie humana tem para continuar a viver é morrendo.” – José Saramago
“E se nós não morrêssemos?” é essa pergunta que
José Saramago fez a si próprio e ao leitor quando escreveu As Intermitências
da Morte. Ele reflete sobre o que é a morte, as consequências sociais,
políticas e económicas da suspensão da morte num país fictício e, ao mesmo
tempo, criticando a sociedade moderna.
A
obra começa por relatar os acontecimentos de um país onde a morte cessou a sua atividade, e,
assim, revela-nos várias falhas da sociedade, do governo e da igreja que tentam
perceber a situação. O governo que tenta sempre arranjar soluções discretas
omitindo as suas ações ao povo. A igreja que, agora sem a morte, perderá
sentido. Os gananciosos que iriam aproveitar-se do sofrimento dos moribundos e
dos seus familiares para seu proveito. São estes os objetos de algumas das
críticas à sociedade que José Saramago tece na primeira parte do livro.
À
medida que a história avança, ela toma um rumo diferente do que se esperava.
Após se aperceber das consequências das suas ações, a Morte decide retomar a
sua atividade, mas com uma diferença. É, então, que a morte, posta face a um
problema, começa a ganhar caraterísticas humanas, tornando-se, na segunda parte
do livro, a protagonista do livro. A morte encontra-se perante o imperativo de
tomar uma decisão, e José Saramago cria o suspense e mantém o leitor agarrado
ao livro, pois apenas ao ler a última página do livro é que se revela a decisão
da morte.
José
Saramago, em As Intermitências da Morte , consegue mostrar ao leitor
como a morte é uma parte essencial, embora indesejada, da vida. Nascimento e
morte: dois conceitos sem os quais a vida não seria. Um livro em que não falta
o humor inteligente e a ironia marcante de José Saramago que, apesar dos
assuntos muito dramáticos, irão deixar o leitor com um sorriso na cara. Altamente
recomendável.
10C1, Nº11, Daniel Neacsu
Parabéns ao vencedor.
26/04/2012
ATREVE-TE A LER - março
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Na turma B do 7º ano, as alunas Beatriz Amaro, Mafalda Pereira e Maria João, com a coordenação da sua professora, Margarida Costa, obtiveram o 1º prémio, com a análise crítica e estética da obra "História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar" de Luís Sepúlveda.
Postado por Carlos Cotter
12/04/2012
28/02/2012
ATREVE-TE A LER
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Luís Sepúlveda
ATREVE-TE A LER
A Obra que a Biblioteca Escolar sugere que leias no mês
de março
é:
História de uma gaivota e do gato
que a ensinou a voar
de
Luis
Sepúlveda

Escreve
uma Crónica/Apreciação Crítica sobre a tua leitura da Obra. Entrega na BE.
O melhor texto será
premiado.
Postado por Carlos Cotter
10/01/2012
Crónica premiada do concurso "Atreve-te a Ler"
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Título da obra: Bichos
Autor: Miguel
Torga
Apreciação crítica desta obra:
Antes de expor a minha apreciação sobre este livro, vou fazer uma breve
referência
ao autor.
Miguel Torga nasceu a 12 de agosto de 1907 em S. Martinho da Anta, Trás-os-Montes,
e faleceu a 17 de janeiro de 1995, em Coimbra. O seu verdadeiro nome é Adolfo Correia da
Rocha e Miguel Torga é
o seu pseudónimo
literário
pelo qual ficou conhecido.
Destacou-se como poeta, contista, memorialista, mas escreveu também romances, peças de teatro e ensaios.
Algumas das obras deste aclamado autor são: Os Contos da Montanha, Diário, Rampa, entre outras.
Como prova da grandiosidade de Miguel Torga temos a tradução dos seus livros em diversas línguas.
As obras de Miguel Torga são consideradas de carácter humanista,
uma vez que nelas só
a Humanidade é
digna de louvores. No entanto,
na obra Bichos não
é isso o que acontece; aí, Miguel Torga
apresenta indiferenciadamente homens e animais, unidos por características
semelhantes, colocando, assim, todos no mesmo patamar.
A ideia principal deste livro centra-se numa contradição entre a vida e a
cultura de uma sociedade, através da apresentação de animais com
sentimentos humanos e vice-versa, numa irmandade entre homens
e animais.
Este livro sensibiliza bastante o leitor para a reflexão sobre certos comportamentos
humanos na interação
com os animais, e, por vezes, essas atitudes não são as mais
corretas.
Apenas no conto "Jesus" é que podemos encontrar sentimentos mais
ténues
da essência humana como
a felicidade, o amor, a pureza e o respeito.
No decurso da leitura deste livro e chegando ao último conto,
"Vicente", é
que nos apercebemos como os animais, por vezes, perdem
a sua liberdade devido às atrocidades humanas.
Valeu a pena ler esta obra porque me fez refletir sobre os meus comportamentos
para com o meu animal de estimação.
E, apesar de e maioria dos contos ter um final triste, por acabarem em
mortes, abandonos, torturas e outros finais trágicos, aconselho, na mesma, a leitura desta
obra, pois faz-nos refletir sobre determinadas atitudes a que, por vezes, nem
damos importância.
Trabalho realizado por:
Emilie Daio, nº 13, 10º C2
dezembro de 2011
À autora, os parabéns de toda a equipa de Biblioteca Escolar.
Postado por Carlos Cotter
03/01/2012
03/11/2011
ATREVE-TE A LER
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Literacia,
Miguel Torga
Obra que a Biblioteca
Escolar sugere que leias no mês de novembro é:
Bichos
Miguel Torga
Escreve uma
Crónica/Apreciação Crítica sobre a tua leitura da Obra.
Entrega
na BE. O melhor texto será premiado.A EQUIPA DA BE ( Carlos Cotter, Graça Machaqueiro, Mª Emília Miranda, Mª dos Anjos Fernandes, Mª Piedade Carvalho)
11/10/2011
ATREVE-TE A LER
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Luis Sepulveda


ATREVE-TE A LER
A Obra que a Biblioteca Escolar sugere que leias no mês de outubro é:
História de uma gaivota e do Gato que a ensinou a voar
Luis Sepúlveda
Luis Sepúlveda

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Entrega na BE. O melhor texto será premiado.
A EQUIPA DA BE ( Carlos Cotter, Graça Machaqueiro, Mª Emília Miranda, Mª dos Anjos Fernandes, Mª Piedade Carvalho)
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