Ler é... Sempre Fixe!
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20/04/2017
03/04/2017
LER E APRECIAR
Título: A vida no céu
Autor: José
Eduardo Agualusa
Edição ou
reimpressão : 06.2013
Editor:
Quetzal editores
Páginas :190
Género:
Romance
Preço: 16,60€
A vida no céu, de Agualusa, é um romance de
ficção que retoma o mito do dilúvio. É distópico, num futuro que se segue em
que o mundo deixa de ser onde é e como se conhece, porque tudo está organizado
de uma forma opressiva, assustadora ou totalitária, por oposição à utopia.
A vida no céu descreve um globo terrestre
que se encontra inteiramente coberto por água e a temperatura à superfície é
intolerável; resta apenas ao homem ascender aos céus. Essa é uma ascensão que é
aludida e a narração revela a humanidade que se vê reduzida a um par de
milhões de pessoas que habitam em pequenas aldeias suspensas ou cidades
flutuantes de grandes dimensões denominadas Tóquio, Xangai ou São Paulo, numa
relação simbólica com um passado extinto. Faz-se um retrato da sociedade em que
os mais pobres habitam em pequenas balsas unidas por cordas que formam aldeias,
e os mais ricos vivem nas grandes cidades.
Carlos Benjamim Moco é o narrador intradiegético,
tem 16 anos e nasceu na cidade de Luanda, que junta mais de cem balsas. O
desaparecimento do seu pai leva-o numa envolvente viagem pelo céu, que vai pôr
fim a todos os receios da busca pelo desconhecido.
O livro lê-se bem e o português é de fácil compreensão
o que faz com que o leitor se envolva e se deixe levar pelos
acontecimentos como se fizesse parte deles.
Daniela Dinis
nº8, 11ºA2, 03 de abril de 2017
27/03/2017
LER E APRECIAR
Título:
ciranda de pedra
Autora: Lygia
Fagundes Telles
Editorial Presença, 2008, edição portuguesa
publicada por acordo com Dr.Ray-Gude Mertin, Literarische Agentur, BadHamburg,
Alemanha
204 Páginas,
Preço: € 13.00
Género: Romance
Ciranda de pedra é um livro de Lygia Fagundes Telles, cuja primeira
edição foi lançada em 1954. O tema desta obra é a vida de uma menina, Virgínia,
que se sente inferiorizada, pelas situações por que passa. Estas situações são
atuais, pois o divórcio dos pais e o não se dar bem com a família são exemplos
de acontecimentos que ocorrem regularmente nos dias de hoje.
Virgínia
vive acontecimentos que lhe marcam a vida, uns mais dramáticos que outros mas
todos contribuindo para o desenrolar da ação. Uma das situações que mais a
marca é a morte da sua mãe, Alice. Todos os acontecimentos são encadeados e as
emoções descritas: a situação inicial começa pela tristeza e rejeição da
família que ela sente em criança, o divórcio dos pais e o facto de as irmãs
serem beneficiadas, e termina com Virgínia a ir viajar para longe, o que
simboliza o recomeço de uma nova vida, afastando-se de todas as pessoas que lhe
eram mais próximas. A narrativa tem uma delimitação aberta, que convida a
imaginar umas tantas possibilidades de futuro para a protagonista.
Finalmente, este livro é
indicado para leitores que gostem de histórias com um conteúdo dramático e
sejam, de certo modo, contemporâneas. A autora narra detalhadamente os
acontecimentos, e retrata as personagens, descrevendo as suas atitudes, e o
mundo onde a protagonista se encontra.
20/03/2017
LER E APRECIAR
Eis novo texto, resultante da leitura e apreciação desta obra tão interessante da literatura portuguesa.
Título: O Mandarim
Autor: Eça de Queirós
Editor: Porto Editora
Edição: dezembro de 2008
Número de páginas: 93
Género:
Novela
O Mandarim é uma
novela de Eça de Queirós que faz parte de uma coleção que junta algumas obras
de grandes autores portugueses. Não é uma obra realista; o seu género
enquadra-se no romance de aventura, e desperta o interesse daqueles que gostam
de aventuras que deixam uma moral final.
É narrada a história de Teodoro, que é o narrador, homem
pobre, no entanto, ambicioso, que sonha com uma vida de riqueza que sabe que
não pode ter, porque leva a vida monótona e medíocre de um funcionário público.
O narrador- personagem não acredita em deus nem no diabo, porém é muito supersticioso.
A sua vida muda, quando descobre um livro que conta a lenda do Mandarim,
segundo o qual, apenas um toque numa campainha lhe possibilitaria ter a vida
que ele sempre quisera: ser rico. Para isso acontecer, Mandarim teria de
morrer.
A verdade é que Mandarim fica rico como sempre quis, no
entanto, arrepende-se. Há uma moral na história: o ser humano quer sempre ter
aquilo que não tem, e “quem tudo quer tudo perde”, porque, na verdade, se a
vida fosse sempre como se quer, viver faria pouco sentido.
Texto 13, Ana Margarida Gomes, Nº05, 10ºL1, 20 de março de 2017
13/03/2017
LER E APRECIAR
Orgulho e Preconceito
Editora:
Civilizações
Preço:
8,99€
Número
de páginas: 359
Género
literário: Romance
A escritora britânica Jane Austen publicou Orgulho
e Preconceito, pela primeira vez, em 1813.
A autora aborda assuntos bastante
sensíveis como o casamento por interesse e o papel da mulher na sociedade do
seu tempo, com o propósito de mudar a mentalidade machista e conservadora da
época, criando personagens marcantes e cheias de personalidade.
O romance narra como Elizabeth, uma jovem de 21 anos,
linda, inteligente, atraente, alegre e sincera, lida com os problemas relacionados com a
educação, cultura, moral e casamento na sociedade aristocrática da Inglaterra,
no início do século XIX. Elisabeth representa o orgulho, e o austero Darcy
representa o preconceito, justificando o título da obra.
No desenrolar da história, as
personagens acabam por se relacionar entre si, sendo a mais relevante a relação
entre Elisabeth e Mr. Darcy, por se tratar de personagens principais.
Inicialmente, quando se encontram, têm opiniões negativas recíprocas: tanto
Elisabeth como Darcy têm uma imagem estereotipada do outro muito orgulhoso,
vaidoso, arrogante e preconceituoso, que ostenta o estatuto social e o valor do
património familiar.
Rico em pormenores, o romance retrata
valores, conceitos e preconceitos da época, foca a essência do papel feminino,
nomeadamente no que tange à educação, à conduta e aos valores, colocando em
evidência a futilidade das relações que visam de forma contundente a ascensão
social pelo casamento e a garantia de conforto patrimonial.
Texto
12, Adelgisa Ramos, Nº1, 11º L2, 13 de março de 2017
20/02/2017
LER E APRECIAR
Eis mais um texto da rubrica 'Ler e Apreciar'.
Leituras diversificadas, com escritas originais.
Leiam...Ler não custa nada...
Leituras diversificadas, com escritas originais.
Leiam...Ler não custa nada...
A Divina Comédia – O Inferno
Autor: Dante Alighieri
Publicações
Europa-América, 1994
Nº de
páginas: 156
Preço:
€16,91
Género:
Épico
Adaptação em
prosa, publicada por Helder L. S. da Rocha, Versão Digital para Ebook, Brasil, 2003
Nº de
páginas: 210 (texto e notas)
Preço:
€03,09 (Versão Digital)
O Inferno
é a primeira parte de A Divina Comédia, de Dante Alighieri, sendo as
outras duas o Purgatório e o Paraíso. Inferno está dividido em trinta e quatro cantos. A 1ª edição foi
lançada entre 1304-1321 e, na origem, em verso.
O tema desta clássica obra da literatura
Italiana é a viagem de Dante aos nove
círculos de sofrimento localizados dentro da Terra, fundamentada no
conceito medieval de Inferno,
e guiada pelo poeta romano Virgílio. A viagem começa quando Dante se vê perdido
numa floresta escura e amedrontadora, pois a sua vida tinha deixado de seguir o
caminho certo. Após tentativas frustradas de escapar, tendo aparecido três
feras que impediam a sua fuga, Virgílio aparece a Dante, a mando de Beatriz,
que descera dos Céus até ao Limbo para pedir ajuda a Virgílio, e propõe um
trajeto diferente. Durante a sua viajem, Dante mapeia todos os ciclos e, ao mesmo tempo, descreve a justiça que lá é feita aos que não
agiram bem durante as suas vidas.
O livro, que tem uma
linguagem muito complexa, cria a visão do mito de Inferno como foi ensinado ao
longo de muitos séculos até à cristandade. É notória a perceção de que apenas
um livro conseguiu e consegue mudar todo um cenário do imaginário humano,
principalmente se transmitir conteúdos religiosos ou míticos. Como se não
bastasse o imaginário representado, faz parte da literatura italiana que se
tornou uma das mais influentes nas crenças cristãs atuais.
13/02/2017
LER E APRECIAR
Nova Semana se inicia.
Mais uma partilha.
Desta vez, a Apreciação Crítica recaiu sobre um livro de Jorge Amado.
Autor: Jorge Amado
Mais uma partilha.
Desta vez, a Apreciação Crítica recaiu sobre um livro de Jorge Amado.
Capitães
da Areia
Editora: Planeta DeAgostini
Edição/Reimpressão: 2001
Páginas: 259
Preço: 3,50€
Género: Romance
Capitães da Areia é o livro de Jorge
Amado mais vendido no mundo inteiro. Publicado em 1937, teve a sua primeira
edição apreendida e queimada em praça pública pelas autoridades em Portugal.
Jorge Amado descreve as dificuldades mas
também as alegrias de um grupo de miúdos que vive nas ruas de S. Salvador da
Baía, no Brasil. O autor narra acontecimentos da vida dos meninos abandonados, que
têm lugar num contexto de muita pobreza e miséria em que são indispensáveis a
amizade e o verdadeiro amor
O livro, que retrata os
anos 30 no Brasil, dá uma lição de amizade e força de vontade, numa escrita
clara. É um romance incrível e, muitas vezes, comovente sobre o abandono de
crianças, porque exprime emoções e as faz sentir.
Capitães da Areia tem muito em comum
com a atualidade noticiada nos meios de comunicação social, o que mostra que
ainda hoje é realista.
Texto 9, Tiago Coja Nº30, 10º L1
16/01/2017
LER E APRECIAR
Etiquetas:
´Boas Práticas,
Biblioteca Escolar,
Escrita,
Escritores,
Incentivo à Leitura,
Pepetela.
Parábola
do Cágado Velho
Parábola do cágado velho é um
livro escrito por Pepetela, escritor angolano, cuja primeira edição foi em
1997. A obra aborda a guerra civil em Angola, e as estratégias usadas nas
pequenas aldeias pelos aldeões para lidar com as dificuldades e a ela
sobreviver.
Em Parábola do cágado velho, embora a ação
principal seja a vida de Ulume e a sua paixão por Munakazi, não é apenas o que
realmente importa. O amor entre estas personagens acaba por ser um fio condutor
que guia o leitor através de uma história em contexto de guerra cujas
consequências se destacam na vida daqueles que não participam nela nem sabem o
motivo da mesma.
A história retrata uma
nova Angola, que não chega a todos após a independência e, no entanto, quando
chega, arrasa tudo sem perguntar aos antigos
como querem que seja. Para os antigos,
as palavras são a arma da vitória.
É um livro que começou
a ser escrito em 1990 e só foi publicado originalmente em 1997. Retrata um
período de guerra de uma maneira diferente, mostrando não a versão dos
militares mas, sim, a dos camponeses que sofrem as suas consequências, sem
realmente saberem se existe um lado bom ou um lado mau.
Texto 5,
Patrícia Silva, Nº23 10ºL1, 16 de
janeiro de 2017
Parábola do Cágado Velho
Autor: PEPETELA
Editora: Dom Quixote/ Leya
Nº edição: 8ª
Paginas: 160
Peço: 12,90€
Género: Romance
09/01/2017
LER E APRECIAR
Com o início do segundo período letivo, recomeçamos a partilhar os textos que os alunos escrevem, a propósito da obra escolhida.
Como se devem lembrar, o objetivo é:
LER E APRECIAR.
Aqui fica o 4º texto.
Leiam e Apreciem.
Como se o mundo não tivesse Leste, escrito em 1975, por Ruy
Duarte de Carvalho, e publicado em 1977, reúne três textos curtos de ficção que
contextualizam a última fase do período colonial Angolano. Ruy Duarte de
Carvalho começou o seu historial literário no ano de 1972 com a obra Chão de
Oferta, somando, posteriormente a este, mais duas dezenas de livros de poesia,
ficção, narrativa e ensaio.
A obra conta com três histórias sobre Angola, no período
colonial, que se interligam pelas temáticas da seca, pela denúncia da violência
colonial e, essencialmente, o trato do gado. Ruy Duarte de Carvalho aproveita o
facto de ter trabalhado como regente agrícola, e abre um paralelismo entre o
autor e o narrador devido a tal experiência.
Apesar das semelhanças temáticas e de conteúdo dos três
textos que constituem a obra, estes diferenciam-se na escrita. A primeira
história conta com um texto mais adjetivado e gramaticalmente saturante,
levando ao distanciamento dos tópicos onde seria mais importante a maior
percetibilidade do texto. A segunda história, por outro lado, parece escrita
por outro autor, pelo facto de ser contada de uma forma mais clara e simples
fácil de se ler, abrangendo uma maior vastidão de leitores de diversos gostos,
e não se prendendo a leitores adeptos de leituras mais complexas. Na edição de
2003, e em determinadas partes da narrativa, o diálogo é reelaborado em versos,
conferindo um toque mais relaxado e apelativo à leitura. A terceira história
foca-se no carácter divino das coisas, assemelhando-se literariamente à
primeira e afastando-se da agradável e mais acessível forma de escrita
apresentada na segunda.
Apesar das
características que a diversificam literariamente, esta obra conduz
definitivamente o leitor à época colonial em Angola, e é, sem dúvida, uma
leitura complexa e para gostos específicos.
Texto 4, João Cardoso, 11º L2, Nº 12, 9 de janeiro de 2017
Como se o mundo não tivesse leste
CARVALHO, Ruy Duarte
Biblioteca Editores Independentes / Cotovia
164 Páginas
4ª Edição
Preço: 6€
05/01/2017
10/11/2016
24/10/2016
DIA INTERNACIONAL DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES
O incentivo à Leitura foi a mensagem que quisemos deixar.
No interior da BE, todos foram informados da comemoração.
Os alunos escreveram frases sobre a BE, a "SUA"
BE.
Houve a oferta de marcadores para livros, com mensagens
sobre a importância da leitura, a toda a Comunidade Educativa, incluindo
transeuntes, espaços comerciais circundantes à Escola e Junta de Freguesia.
Partilham-se momentos do DIBE!
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