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06/06/2017

LEITOR TOP

No final de mais um ano letivo registámos, mais uma vez, a importância da leitura.
Foram selecionados, os 'Leitores Top da BE' e distribuídos diplomas e prémios simbólicos aos vencedores.
Parabéns!
A Professora bibliotecária
Maria dos Anjos Fernandes

15/05/2017

LER E APRECIAR

Mais uma crónica, relativa à apreciação da obra referida.

Título: A Tábua de Flandres
Autor: Arturo Pérez-Reverte
Editora: Edições Asa, 2019
Tradução de Maria do Carmo Abreu
 Nº de páginas 334

Preço: € 12,90
 Género: Romance
A Tábua de Flandres, de Arturo Pérez-Reverte, narra a história do velho mestre flamengo Pieter Van  Huys que, no final do século XV, introduziu um enigma no seu quadro A Tábua de Flandres ou A Partida de Xadrês. No quadro, o duque de Ostenburgo e o seu cavaleiro estão a disputar uma partida de xadrez enquanto são observados por uma misteriosa dama vestida de negro.
 Na época em que o quadro foi pintado, um dos jogadores retratados tinha sido assassinado e, cinco séculos depois, uma restauradora de arte, Júlia, a protagonista, encontra uma inscrição ocultada pelo próprio pintor: quis necavit equitem? (Quem matou o cavaleiro?) e, auxiliada por um antiquário, César, e um excêntrico jogador de xadrez, Munoz, a jovem decide resolver o enigma. Passados longos dias de investigação, os três descobrem a sua solução, engenhosa, original e surpreendente, e descobrem o assassino de há vários séculos atrás. 
                O livro desperta interesse, e apresenta um vocabulário sofisticado. As personagens principais são descritas em pormenor, tanto em termos físicos como psicológicos, revelando-se redondas na sua conceção, porque são únicas.
                A Tábua de Flandres foi editado em Espanha, e é agora conhecido mundialmente, tendo sido traduzido para variadíssimas línguas e adaptado para um filme. A obra possui tudo aquilo que se espera num livro de mistério e drama, porque recria um duplo mistério e dimensões temporais que se intercetam, num jogo inteligente e arrepiante que torna a história muito cativante.

Ana Rita Sousa, nº4 - 10 C3, 


12/05/2017

TURISLER

Partilhamos momentos da atividade “Turisler”, na Biblioteca Escolar, dia 11 de maio.
Estiveram presentes professores, pais, encarregados de educação e familiares dos alunos que, assim, tiveram a oportunidade de assistir a momentos únicos da vida dos discentes na escola. Registamos, ainda, a presença da coordenadora da RBE, Dr.ª Isabel Antunes e, em representação da comunidade, dos agentes Vilela e Fernandes da PSP.
Foi apresentada uma aula de forma única e especial: Alunos da turma 11º C3 apresentaram o poema ‘Sentimento dum Ocidental’, de Cesário Verde, numa análise literária e linguística de excelência. Explicitaram cada uma das suas quatro partes, com referências simbólicas ao percurso impressionista do autor e a sua importância na literatura portuguesa.
Por sua vez, os alunos do 2º ano, turma 2, do curso profissional de turismo, apresentaram possibilidades de roteiros relacionados com o poema. Especificaram, de forma brilhante, todas as possibilidades turísticas relativas às subdivisões do mesmo, sugerindo percursos possíveis pela cidade de Lisboa, e não esqueceram a gastronomia e locais emblemáticos e atuais onde comer e onde dormir!
Foram momentos muito especiais e únicos.
Depois da aula, houve um lanche e convívio informal.
Salientamos a preciosa ajuda, mesmo extra-horário, das colaboradoras a BE, Professora Tereza Menezes e D. Teresa Martins.
Agradecemos às professoras Ana Paula Cunha e Teresa Fecha que prepararam os alunos, mostrando como ensinar e aprender não é um processo fechado ou rígido. Com a Biblioteca Escolar e na Biblioteca Escolar, constatamos a importância das várias literacias, desde a leitura à cívica, com a partilha magnífica de aprendizagens interpares.
Parabéns a todos os participantes.

A Professora Bibliotecária.





























24/04/2017

LER E APRECIAR

Título: Grandes Esperanças
Autor: Charles Dickens
Lisboa Editora,
Ed. 2008
224 páginas
Preço: 10,00€
Género: Romance
     A obra Grandes Esperanças, escrita pelo romancista Charles Dickens, entre os anos 1860 e 1861, durante a Era Vitoriana, é considerada uma das melhores obras do autor. É um romance de redenção e perdão dos seus protagonistas. Foi uma obra inspirada numa experiência amorosa, com a atriz Ellen Ternan, que acabou numa deceção. Charles, como todo o inglês naquela época, confiava na inalterabilidade da hierarquia social e mostrou isso no destino de Pip, a personagem principal.
      É relatada a história de Philip Pirrip, mais conhecido por Pip. Pip é órfão e vive com a irmã e o seu cunhado, Joe, com o qual tem uma relação de pai e filho. Vive uma situação dramática marcante, e conhece duas personagens, Miss Havisham, uma mulher rica, e Estella, o seu grande amor.
       Pip tem uma vida muito humilde até um dia. Sendo o mais velho, trabalha como ferreiro com o seu cunhado, Joe, e, mais tarde, ajuda a sua irmã que fica inválida. Um dia, surge um homem dizendo que uma fonte anónima lhe doara uma quantia, dando-lhe para se vestir de uma forma correta. Pip vai viver para Londres, dar um novo rumo à sua vida. A mudança de vida tem aspetos positivos - a ascensão social - e aspetos negativos – o afastamento da família. Pip, ao deixar de ser aquele menino pobre e simples, ganha grandes esperanças para poder conquistar Estella, que sempre o tratara com alguma crueldade.
   Globalmente, Grandes Esperanças revela uma história interessante sobre perdas e ganhos da ascensão social e demonstra que criar certas expectativas pode ser bom ou mau e que as pessoas podem cegar perante a realidade, que é o que acontece a Pip. A lição que este romance transmite é que todos devem ser cautelosos com os perigos de uma ascensão social muito rápida.

                               Ana Catarina, nº3, 11ºL2, 24 de abril de 2017


 

10/03/2017

SEMANA DA LEITURA

10 DE MARÇO
No último dia, “O PRAZER DE LER” foi-nos comunicado nos saberes e arte de escrever e pontuar bem.
Inês Oliveira Pires, uma estudante de medicina, apresentou-nos o seu livro “Galeria de Arte”. Através da história de Beatriz, personagem central, e seus amigos, revelou alguns pormenores e cativou a assistência das turmas do 9ºE, 10ºE2, 10ºC4, 11º C4 e 12º L1. Os alunos fizeram perguntas sobre a obra e sobre as mudanças e desafios inerentes à entrada na faculdade, os novos amigos, as experiências, as praxes. A autora respondeu com uma espontaneidade que surpreendeu, pelo incentivo às boas escolhas e à implementação de métodos de trabalho. Alertou para a importância de hábitos de leitura e como ‘LER’ é fundamental, quer na vida académica, quer na vida cívica e social, no crescimento do ser e dos afetos.
Depois, nova sessão.
O professor António Pereira, que lecionou 30 anos nesta escola, brindou-nos com a palestra ‘Pontuar para Acertar’. Mais do que uma palestra, foi uma aula interativa, em que os alunos das turmas 10º E1 e 11º C2 e professores, trabalharam nas regras da pontuação. Sem sombra de dúvida, o gosto pela leitura entrecruza-se com as aprendizagens de bem escrever.
Que ótima forma de concluir as atividades da Semana da Leitura!
Resta um agradecimento a todos aqueles que contribuíram e participaram: direção, professores, alunos (do 7º ao 12º ano, incluindo os cursos profissionais), associação de pais e encarregados de educação e assistentes operacionais, com um destaque especial às colaboradoras da Biblioteca Escolar, professoras Luísa Amorim e Tereza Menezes e ainda à D. Teresa Martins, A.O.
Salienta-se também o agradecimento ao professor Osvaldo Castanheira que, mais uma vez, foi o autor do excelente e apelativo Cartaz da Semana.
A professora bibliotecária

Maria dos Anjos Fernandes