16/04/2008
15/04/2008
RELEMBRANDO O 25 DE ABRIL DE 1974
Conta-me como foi o 25 de Abril!
Otelo Saraiva de Carvalho na Ferreira Dias
Otelo Saraiva de Carvalho, figura histórica do 25 de Abril de 1974, através de um contacto feito há alguns meses aceitou o pedido para vir falar à nossa escola sobre o significado desta data. Ficou combinada a sua presença para a manhã do dia 10 de Abril. Tudo confirmado e como o prometido é devido, Otelo Saraiva de Carvalho ainda antes da hora marcada, chegou à Ferreira Dias, pronto para se dirigir aos alunos (desta vez como é óbvio veio de automóvel e não dentro de um tanque!).
Os alunos de várias turmas do 9º, 10º, 11º e 12º anos e alguns professores enchiam por completo a Sala de Reuniões à espera da chegada de Otelo. A mesa reservada para o orador estava devidamente engalanada com cravos vermelhos, em honra do 25 de Abril também conhecido como Revolução dos Cravos. Ficou acordado que o convidado começaria a sua intervenção, não com uma palestra tradicional, mas que seria dada a palavra aos alunos que colocariam as questões que entendessem (algumas até tinham sido preparadas em aulas de História) e ouviriam em seguida a resposta.
Otelo Saraiva de Carvalho ao responder às perguntas que iam sendo feitas, transformou a sessão sobre o 25 de Abril numa verdadeira aula de História ao vivo. Efectivamente deve ser muito raro ouvir os factos históricos serem relatados na primeira pessoa, por aquele que esteve na origem desses mesmos acontecimentos, que acabaram por transformar a nossa História. O 25 de Abril de 1974 foi considerado por Otelo como a data mais importante do século XX português.
Os assuntos tratados englobaram diversos temas, não se limitando apenas àquilo que aconteceu na madrugada de Abril. Houve a preocupação por parte do convidado de traçar um quadro vivo da sociedade portuguesa do tempo do fascismo, vincando a falta de liberdade que então se sentia. A Guerra Colonial, a situação vivida dentro dos quartéis, o ambiente entre os soldados e os capitães que eram obrigados a ir combater para África, também foram focados. O período pós 25 de Abril acabou por ser igualmente abordado não se esquivando Otelo a responder sobre as sua posição sobre as FP 25 de Abril, negando ter feito parte desse movimento.
Uma memória prodigiosa, um discurso bastante vivo entusiasmaram a assistência que não parava de fazer perguntas. No final houve sessão de autógrafos, tendo alguns alunos pedido que a assinatura fosse feita por cima da fotografia do próprio Otelo Saraiva de Carvalho que aparece no livro de História.
Esta iniciativa enquadrou-se dentro das actividades levadas a cabo pela Biblioteca e pelo Grupo Clio de História, mas ela só foi um êxito porque para além da colaboração do Conselho Executivo, do Presidente da Associação de Pais, conseguiu cativar as os mais novos e fez matar saudades aos mais velhos (professores, funcionários) que gostaram de rever a presença de Otelo Saraiva de Carvalho.

Otelo Saraiva de Carvalho na Ferreira Dias
Otelo Saraiva de Carvalho, figura histórica do 25 de Abril de 1974, através de um contacto feito há alguns meses aceitou o pedido para vir falar à nossa escola sobre o significado desta data. Ficou combinada a sua presença para a manhã do dia 10 de Abril. Tudo confirmado e como o prometido é devido, Otelo Saraiva de Carvalho ainda antes da hora marcada, chegou à Ferreira Dias, pronto para se dirigir aos alunos (desta vez como é óbvio veio de automóvel e não dentro de um tanque!).
Os alunos de várias turmas do 9º, 10º, 11º e 12º anos e alguns professores enchiam por completo a Sala de Reuniões à espera da chegada de Otelo. A mesa reservada para o orador estava devidamente engalanada com cravos vermelhos, em honra do 25 de Abril também conhecido como Revolução dos Cravos. Ficou acordado que o convidado começaria a sua intervenção, não com uma palestra tradicional, mas que seria dada a palavra aos alunos que colocariam as questões que entendessem (algumas até tinham sido preparadas em aulas de História) e ouviriam em seguida a resposta.
Otelo Saraiva de Carvalho ao responder às perguntas que iam sendo feitas, transformou a sessão sobre o 25 de Abril numa verdadeira aula de História ao vivo. Efectivamente deve ser muito raro ouvir os factos históricos serem relatados na primeira pessoa, por aquele que esteve na origem desses mesmos acontecimentos, que acabaram por transformar a nossa História. O 25 de Abril de 1974 foi considerado por Otelo como a data mais importante do século XX português.
Os assuntos tratados englobaram diversos temas, não se limitando apenas àquilo que aconteceu na madrugada de Abril. Houve a preocupação por parte do convidado de traçar um quadro vivo da sociedade portuguesa do tempo do fascismo, vincando a falta de liberdade que então se sentia. A Guerra Colonial, a situação vivida dentro dos quartéis, o ambiente entre os soldados e os capitães que eram obrigados a ir combater para África, também foram focados. O período pós 25 de Abril acabou por ser igualmente abordado não se esquivando Otelo a responder sobre as sua posição sobre as FP 25 de Abril, negando ter feito parte desse movimento.
Uma memória prodigiosa, um discurso bastante vivo entusiasmaram a assistência que não parava de fazer perguntas. No final houve sessão de autógrafos, tendo alguns alunos pedido que a assinatura fosse feita por cima da fotografia do próprio Otelo Saraiva de Carvalho que aparece no livro de História.
Esta iniciativa enquadrou-se dentro das actividades levadas a cabo pela Biblioteca e pelo Grupo Clio de História, mas ela só foi um êxito porque para além da colaboração do Conselho Executivo, do Presidente da Associação de Pais, conseguiu cativar as os mais novos e fez matar saudades aos mais velhos (professores, funcionários) que gostaram de rever a presença de Otelo Saraiva de Carvalho.

08/04/2008
04/04/2008
ENCONTRO COM A ESCRITORA MARIA TERESA MAIA GONZALEZ

É já no dia 8 de Abril às 10 horas na Sala de Reuniões.
Maria Teresa Maia Gonzalez
Escritora portuguesa nascida em 1958, em Coimbra.
Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, na variante de Estudos Franceses e Ingleses, na Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa.
Aos 24 anos começou a dar aulas de Língua Portuguesa, actividade que manteve até 1997, tanto em escolas oficiais como em particulares. Também leccionou Inglês e Francês.
Paralelamente, iniciou em 1989 carreira como escritora de literatura juvenil, sendo a co-autora, com Maria do Rosário Pedreira, da colecção O Clube das Chaves, que já deu origem a mais de vinte livros. O primeiro livro intitulava-se O Clube das Chaves Entra em Acção e foi com ele que ganharam um concurso literário organizado pela editora Verbo.
Maria Teresa Maia Gonzalez escreveu também alguns livros a solo, como A Lua de Joana, onde aborda o problema da toxicodependência entre os jovens. O livro fez um grande sucesso, ultrapassando as 15 edições em Portugal, e foi traduzido na Albânia, Alemanha, Bulgária e Espanha. A solo lançou também a colecção Profissão Adolescente, assim como as peças de teatro Os Herdeiros da Lua de Joana, O Amigo do Computador e A Rapariga Voadora, na colecção Um Palco na Escola.
Escritora portuguesa nascida em 1958, em Coimbra.
Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, na variante de Estudos Franceses e Ingleses, na Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa.
Aos 24 anos começou a dar aulas de Língua Portuguesa, actividade que manteve até 1997, tanto em escolas oficiais como em particulares. Também leccionou Inglês e Francês.
Paralelamente, iniciou em 1989 carreira como escritora de literatura juvenil, sendo a co-autora, com Maria do Rosário Pedreira, da colecção O Clube das Chaves, que já deu origem a mais de vinte livros. O primeiro livro intitulava-se O Clube das Chaves Entra em Acção e foi com ele que ganharam um concurso literário organizado pela editora Verbo.
Maria Teresa Maia Gonzalez escreveu também alguns livros a solo, como A Lua de Joana, onde aborda o problema da toxicodependência entre os jovens. O livro fez um grande sucesso, ultrapassando as 15 edições em Portugal, e foi traduzido na Albânia, Alemanha, Bulgária e Espanha. A solo lançou também a colecção Profissão Adolescente, assim como as peças de teatro Os Herdeiros da Lua de Joana, O Amigo do Computador e A Rapariga Voadora, na colecção Um Palco na Escola.



Reencontro com a Maria Almira

Ainda a Semana da Leitura
No dia 5 de Março os alunos do 11º a e do 12º A acompanhados pela professora de História da Cultura e das Artes, Ana Bela Castelo, fizeram uma homenagem calorosa à poetisa Maria Almira Medina no seguimento da sua primeira vinda à nossa escola no 1º Período. Apresentaram uma dramatização de três contos do livro A Menina Girassol e declamaram poemas retirados dos seus livros – Sem Moldura e Em Tempo de Cata Sol – esta actividade foi acompanhada musicalmente por um duo de guitarras de alunos do 11º A.
A autora apanhada de surpresa, porque não esperava ver os seus textos dramatizados daquela maneira tão sentida, ficou visivelmente emocionada, expressando a sua admiração convidando-os comovida, para participarem numa retrospectiva da sua obra que, por iniciativa da Câmara Municipal de Sintra, virá a ser feita no próximo ano.
Mais uma vez ficou provado que a Maria Almira consegue cativar os jovens, proporcionando momentos muito ricos que todos partilham trocando ideias, experiências de vida, valores e sobretudo emoções. Esbatem-se todas as diferenças de idade, levando ao enriquecimento de todos os participantes.
Obrigada Maria Almira!
A autora apanhada de surpresa, porque não esperava ver os seus textos dramatizados daquela maneira tão sentida, ficou visivelmente emocionada, expressando a sua admiração convidando-os comovida, para participarem numa retrospectiva da sua obra que, por iniciativa da Câmara Municipal de Sintra, virá a ser feita no próximo ano.
Mais uma vez ficou provado que a Maria Almira consegue cativar os jovens, proporcionando momentos muito ricos que todos partilham trocando ideias, experiências de vida, valores e sobretudo emoções. Esbatem-se todas as diferenças de idade, levando ao enriquecimento de todos os participantes.
Obrigada Maria Almira!
02/04/2008
CONVITE À LEITURA
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Convite à leitura
CONVITEÀ
LEITURA
É, realmente, uma «inaudita» guerra aquela que ocorre numa
manhã como outra qualquer, em plena Avenida Gago Coutinho, à
hora em que muitos automobilistas pretendem entrar em Lisboa.
De repente, deparam‑se com a tropa do almóada Ibn-el-Muftar, composta por mais de dez mil homens, cujo intuito é pôr cerco às muralhas de Lixbuna.
Confuso?
É simples: a culpada foi Clio, musa da História, que adormeceu a tecer a imensa tapeçaria milenária a seu cargo e, embaraçando
dois fios da trama, fez um nó que amalgamou duas datas, 4 de Junho de 1148 e 29 de Setembro de 1984!
Calcule-se agora o pandemónio na zona. Os automóveis a apitar,
os cavalos dos beduínos assarapantados, a PSP a tomar conta da ocorrência e a pedir ajuda aos pelotões da Polícia de Intervenção para travar a insurreição. Mas Clio acaba por acordar e…
Destaque ainda para «O nó estatístico», a história do chimpanzé que se chamava Golo e que, um dia, surpreende os donos com uma nova habilidade: sozinho no escritório, é capaz de dactilografar, na máquina de escrever, páginas da Menina e Moça de Bernardim Ribeiro.
Seis histórias, seis momentos divertidos.
26/02/2008
CONVITE À LEITURA
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Convite à leitura
Contratado para escrever a biografia de William Turner, o maior pintor inglês de paisagens, Walter Hartright, o protagonista, descobre uma “ pista negra” profundamente dissimulada nas pinturas do artista e torna-se obcecado em encontrar a verdade sobre a vida de Turner . Este esforço leva-o a um mundo de depravação e conspiração, numa novela brilhante que recria as vidas e os pecados da Inglaterra vitoriana do século XIX.Na Londres de 1860, das ruas lamacentas e becos viscosos, onde se deslocam dissimulados no nevoeiro prostitutas e ladrões, onde tudo é escuro, podre e húmido e onde se abriga a mais abjecta miséria humana, aos salões e palacetes da aristocracia ou da grande burguesia da época, onde tudo brilha, mas se assumem vícios privados e públicas virtudes, o escritor leva-nos a duas visões opostas do célebre pintor: por lado um Turner enorme mas incompreendido génio da pintura, muito maltratado, sensível e reservado; por outro um homem avarento, cruel e depravado. Qual será a verdade? Terá havido escuras conspirações?
Das transcrições do livro de apontamentos de Walter, às entradas do diário da cunhada que colabora com ele, às cartas que escreve, tudo serve para nos conduzir ao verdadeiro coração das trevas que era o universo de Turner. Mas…
“Este é um livro começado mas nunca acabado” assim começa a narrativa…
A Pista Negra
James Wilson
Editora Ulisseia
Biblioteca da Escola Secundária Ferreira Dias
convitealeitura@gmail.com
22/01/2008
VAMOS À ÓPERA
16/01/2008
10/01/2008
CONVITE À LEITURA
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Convite à leitura
A Terra está velha e já não tem a força de há dois mil milhões de anos para contrariar os erros de uma das suas formas de vida – os humanos, animais tribais conflituosos, com sonhos de conquista, que dela se servem em proveito próprio. Esta é a principal mensagem do livro de James Lovelock, o cientista que aos 86 anos escreveu este livro, depois de uma vida dedicada à ciência da terra.Não será tanto a Terra a estar ameaçada, mas o facto da humanidade ter provocado tantos estragos nela produziu uma diminuição da sua capacidade de resistência. O aumento do calor do sol no solo e a degradação deste, o crescimento rápido da população, o esgotamento dos recursos naturais, a acumulação de resíduos, a poluição de todos os tipos a subir, os abusos da tecnologia, a destruição da biodiversidade, as consequências das alterações climáticas constituem, no seu conjunto, uma ameaça ao bem-estar humano desconhecido das gerações anteriores.
Embora no passado já tenha acontecido em locais pontuais, a principal diferença entre o passado e o presente é que hoje o problema é global. Não se trata de uma civilização que desaparece, um império que se esboroa, um habitat que se desertifica, uma cidade que vai para o fundo do mar, é o planeta que pode morrer.
Quando terminamos este livro, mesmo se formos muito cépticos quanto a estas teorias, ficamos com um friozinho temeroso quanto ao futuro dos nossos filhos e netos, mas devemos sempre lê-lo, quanto mais não seja para sermos mais cautelosos com o rasto que deixamos no nosso planeta azul.
A Vingança de Gaia
James Lovelock
Editorial Gradiva
12/12/2007
E foi assim com Maria Almira Medina
À Conversa com Maria Almira Medina
Um grupo de alunos do ensino secundário e membros do corpo docente a que se juntaram alguns convidados (representante da Associação de Pais e representantes da C.M.S. e das Juntas de Freguesia do Cacém e de Agualva) a pretexto do lançamento do seu último livro de poemas - Um Tempo de Cata-sol - marcaram encontro com Maria Almira Medina na Biblioteca da Escola Secundária de Ferreira Dias, no dia 7 de Novembro.
Maria Almira regressou à escola onde foi professora há muitos anos, trazendo desta vez na bagagem os seus poemas, livros, desenhos, caricaturas e muito mais surpresas para partilhar com todos os que estiveram presentes. Durante cerca de duas horas (e o tempo foi curto!) houve oportunidade para se falar do extenso e variado curriculum de Maria Almira, que aliou a sua profissão de professora à actividade de pedagoga, de poetisa, artista plástica e jornalista.
Nas paredes da biblioteca estavam expostas algumas das suas serigrafias, sobre a mesa apresentavam-se duas cabeças de bonecas como exemplo da sua obra cerâmica e ainda penduradas algumas peças de trapologia, actividade a que ultimamente também se tem dedicado.
Os alunos leram alguns poemas seleccionados dos seus livros e falou-se ainda da sua faceta de ilustradora, que a levou, por exemplo, a desenhar muitos dos nossos grandes poetas. Para o final, estava guardada a surpresa que deixou Maria Almira comovida: os alunos do 12º Ano turma A dedicaram-lhe este texto:
À Maria Almira Medina
(uma aluna)
Quando eu for grande
Quero ser como a Maria Almira
Bonita
Artista...
(quatro alunos)
Quando nós formos grandes
Queremos ser como a Maria Almira
Bonitos, artistas
Poetas, jornalistas...
(uma aluna)
Quando eu for grande...
(a turma)
Quando nós formos grandes
Queremos ser....
Escritores, empreendedores
Exigentes, activos, vivos,
Amigos, orgulhosos,
Modestos, generosos
Sonhadores, apaixonados
Jovens
Como a Maria Almira, já senhora e sem idade
Um grupo de alunos do ensino secundário e membros do corpo docente a que se juntaram alguns convidados (representante da Associação de Pais e representantes da C.M.S. e das Juntas de Freguesia do Cacém e de Agualva) a pretexto do lançamento do seu último livro de poemas - Um Tempo de Cata-sol - marcaram encontro com Maria Almira Medina na Biblioteca da Escola Secundária de Ferreira Dias, no dia 7 de Novembro.
Maria Almira regressou à escola onde foi professora há muitos anos, trazendo desta vez na bagagem os seus poemas, livros, desenhos, caricaturas e muito mais surpresas para partilhar com todos os que estiveram presentes. Durante cerca de duas horas (e o tempo foi curto!) houve oportunidade para se falar do extenso e variado curriculum de Maria Almira, que aliou a sua profissão de professora à actividade de pedagoga, de poetisa, artista plástica e jornalista.
Nas paredes da biblioteca estavam expostas algumas das suas serigrafias, sobre a mesa apresentavam-se duas cabeças de bonecas como exemplo da sua obra cerâmica e ainda penduradas algumas peças de trapologia, actividade a que ultimamente também se tem dedicado.
Os alunos leram alguns poemas seleccionados dos seus livros e falou-se ainda da sua faceta de ilustradora, que a levou, por exemplo, a desenhar muitos dos nossos grandes poetas. Para o final, estava guardada a surpresa que deixou Maria Almira comovida: os alunos do 12º Ano turma A dedicaram-lhe este texto:
À Maria Almira Medina
(uma aluna)
Quando eu for grande
Quero ser como a Maria Almira
Bonita
Artista...
(quatro alunos)
Quando nós formos grandes
Queremos ser como a Maria Almira
Bonitos, artistas
Poetas, jornalistas...
(uma aluna)
Quando eu for grande...
(a turma)
Quando nós formos grandes
Queremos ser....
Escritores, empreendedores
Exigentes, activos, vivos,
Amigos, orgulhosos,
Modestos, generosos
Sonhadores, apaixonados
Jovens
Como a Maria Almira, já senhora e sem idade
03/12/2007
CONVITE À LEITURA
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Convite à leitura
O livro começa com o nascimento dramático de Gabriel. A mãe, sozinha em casa, e ocupada a passar a ferro o enxoval para o bebé que aí vem, e já serviu aos dois irmãos mais velhos, nem repara que o gato preto, sempre a brincar à roda das suas saias, lhe arranhou as pernas, rompendo‑lhe as varizes com as unhas. Começa a sentir um zumbido nos ouvidos, as pernas frouxas, uma vertigem e «no soalho doirado de asseio, uma nódoa vermelha e escura alastra e reluz sombriamente. Sangue!». Felizmente, os vizinhos de baixo dão por isso e socorrem a tempo a mãe e a criança, numa solidariedade entre vizinhança que se protege e estima. Depois vamos conhecendo o resto da família e acompanhando o seu trajecto ao longo dos anos, sem nunca perder de vista o pequeno Gabriel, através de cujos olhos vamos observando a vida nos bairros populares de Lisboa, no início do século XX, entre o fim da Monarquia e os alvores da República. É a Lisboa dos pregões populares, das varinas e muitos outros vendedores, dos eléctricos, dos piqueniques fora de portas e das idas à praia do Dafundo.
A história evoca a infância e adolescência do próprio autor, nascido em Alfama em 1901 e falecido em Nova Iorque, em 1980.
A história evoca a infância e adolescência do próprio autor, nascido em Alfama em 1901 e falecido em Nova Iorque, em 1980.
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