E foi assim, no dia 2 de Março, que o Professor Doutor Jorge Buescu apresentou "O fascinante mistério dos números".
12/03/2009
10/03/2009
Palavras salteadas… à minha moda!(7)
A de… Arco-Íris
Enquanto me questionava sobre a palavra a escolher para confeccionar a crónica que iria servir ao leitor, a memória, como um espelho diferido, devolveu-me a imagem de um fim de tarde chuvoso do mês de Fevereiro.
Vi-me no meu pequeno terraço a contemplar, na parte traseira da casa, o céu carregado de nuvens inquietas e prontas a lançarem-se sobre os prados precocemente verdes. E foi então que o vi, diáfano, colorido, mágico, como uma moldura a abraçar o pinhal: o arco-íris! Era uma ponte a ligar-me à infância no que ela teve de melhor: a liberdade conquistada, milímetro a milímetro, às limitações, interditos e severidades que o dia-a-dia da vida familiar me impôs sem tréguas. E como num poema, lido há muito, cresceram-me as asas para dentro. Estruturalmente diferentes do que é habitual, iam sendo o suficiente para manter viva a esperança em dias melhores. E é com elas que ainda hoje voo…
Nesse tempo (há cerca de cinquenta anos) e nesse espaço (monte perdido junto ao Ribatejo), chamavam ao arco-íris o arco-da-velha. E os trabalhadores sazonais, vindos do Norte, os “ratinhos”, costumavam dizer-me: “Olha o arco-da-velha, Toino! Vá, corre! Há lá um ninho de caminetes (sic) com as luzes a acender e a apagar!” E eu corria sem parar. A ilusão de que ia lá chegar era tão forte que só parava quando, cansado, decidia que ia voltar a tentar no próximo arco-da-velha. E à noite, nos meus sonhos (sempre fui um sonhador…), chegava finalmente junto ao arco e lá estavam a camionetas com as luzes a acender e a apagar…
E foi assim que ficou escolhida a palavra que iria ser a espinha dorsal da crónica. Arco-íris: palavra suculenta, recheada de emoções, link directo para o imaginário de cada um.
Esperando que a luz e as cores do arco-da-velha da minha infância alimentem a vossa imaginação, despeço-me na expectativa de nos encontrarmos no cenário da próxima palavra salteada.
A de… Arco-Íris
Enquanto me questionava sobre a palavra a escolher para confeccionar a crónica que iria servir ao leitor, a memória, como um espelho diferido, devolveu-me a imagem de um fim de tarde chuvoso do mês de Fevereiro.
Vi-me no meu pequeno terraço a contemplar, na parte traseira da casa, o céu carregado de nuvens inquietas e prontas a lançarem-se sobre os prados precocemente verdes. E foi então que o vi, diáfano, colorido, mágico, como uma moldura a abraçar o pinhal: o arco-íris! Era uma ponte a ligar-me à infância no que ela teve de melhor: a liberdade conquistada, milímetro a milímetro, às limitações, interditos e severidades que o dia-a-dia da vida familiar me impôs sem tréguas. E como num poema, lido há muito, cresceram-me as asas para dentro. Estruturalmente diferentes do que é habitual, iam sendo o suficiente para manter viva a esperança em dias melhores. E é com elas que ainda hoje voo…
Nesse tempo (há cerca de cinquenta anos) e nesse espaço (monte perdido junto ao Ribatejo), chamavam ao arco-íris o arco-da-velha. E os trabalhadores sazonais, vindos do Norte, os “ratinhos”, costumavam dizer-me: “Olha o arco-da-velha, Toino! Vá, corre! Há lá um ninho de caminetes (sic) com as luzes a acender e a apagar!” E eu corria sem parar. A ilusão de que ia lá chegar era tão forte que só parava quando, cansado, decidia que ia voltar a tentar no próximo arco-da-velha. E à noite, nos meus sonhos (sempre fui um sonhador…), chegava finalmente junto ao arco e lá estavam a camionetas com as luzes a acender e a apagar…
E foi assim que ficou escolhida a palavra que iria ser a espinha dorsal da crónica. Arco-íris: palavra suculenta, recheada de emoções, link directo para o imaginário de cada um.
Esperando que a luz e as cores do arco-da-velha da minha infância alimentem a vossa imaginação, despeço-me na expectativa de nos encontrarmos no cenário da próxima palavra salteada.
António Pereira
P.s.: Na minha infância, e até há pouco tempo, arco-íris era uma palavra composta por justaposição; hoje, e desde 2004, é uma palavra formada por composição morfossintáctica… Malhas que a gramática tece!
P.s.: Na minha infância, e até há pouco tempo, arco-íris era uma palavra composta por justaposição; hoje, e desde 2004, é uma palavra formada por composição morfossintáctica… Malhas que a gramática tece!
01/03/2009
19/02/2009
ASTÉRIX na ESCOLA - Clube de Francês
Olimpíadas da Astronomia - Alunos Seleccionados

No dia 11 de Fevereiro de 2009, pelas 13Horas e trinta minutos, realizou-se a prova de selecção para a fase regional das Olimpíadas da Astronomia.
Alunos seleccionados para representar a Escola Secundária Ferreira Dias:
Rosana Isabel Silva, 10ºC3
Daniel André Correia Almeida, 10º C3
João Henrique Ribeiro, 12ºC5
Miguel Freitas Costa, 10ºC3
César Nunes Costa, 10ºC3
Olimpíadas da Química - Alunos seleccionados
18/02/2009
Concurso de Fotografia - Dia da Terra - Lab. FQ/BG

Está aberto o Concurso de Fotografia do Laboratório de Físico- Química/Biologia-Geologia.
Inscrições até ao dia 20 de Março, na Sala 1.10.
As fotografias devem contemplar um dos três temas: “Ambiente(s) Degradado(s)”; “Ambiente Verde” ; “A minha Escola- ESFD”.
Para cada tema será atribuído um prémio. A atribuição dos prémios será no dia 22 de Abril- Dia da Terra.
Palavras salteadas… à minha moda!(6)
E de… Espelho (do latim – “speculu”)
E de… Espelho (do latim – “speculu”)
Hoje, de manhãzinha, ao olhar para o espelho, dei por mim a murmurar: “Espelho meu, espelho meu, há alguém mais infeliz do que eu?” Claro que há muita gente com boas razões para se sentir mais infeliz do que eu… No entanto, a perspectiva de só regressar ao conforto do lar e às manifestações fidelíssimas da Ginja e da Pipoca (as cadelas mais loucas que há em Azeitão!), cerca de 14 horas depois (afinal, foram 15…) fez-me ficar assim (absurdamente infeliz).
E se os olhos são o espelho da alma, os meus, sendo castanhos, deviam estar bem desfocados, descoloridas, tal era o meu desejo de voltar ao quentinho dos lençóis de flanela.
Já no comboio (o primeiro dos dois que apanho diariamente), pensei: “E se a escolhida para alimentar esta crónica fosse a palavra espelho?” “Nada mal pensado!”, respondi a mim mesmo.
Ao entrar no segundo comboio, em Sete Rios, a crónica estava quase pronta. Depois de me ter questionado se partir um espelho dá realmente sete anos de azar (para o espelho, o azar é óbvio…), pensei na relação que (man)temos com o espelho.
Para uns, a sua presença é uma necessidade imperiosa, esteja ele na mala de mão, na pala do automóvel, no elevador ou numa qualquer casa de banho… O espelho, aqui, reflecte o que queremos mostrar ou até o que queremos ver (ou pensamos que vemos…).
Para outros, é uma invenção amaldiçoada, estigmatizada, culpada de tudo que o vemos (ou julgamos ver…) reflectido na sua face “implacável”.
O espelho sempre esteve na boca do povo e dos grandes pensadores, associando-o à nossa forma de ser e de estar, de ver a vida, de sermos (in)felizes, de nos projectarmos em todas as dimensões temporais: passado, presente e futuro. Eis alguns exemplos:
A memória é o espelho onde observamos os ausentes. (Joseph Joubert)
Os espelhos fariam bem em reflectir um pouco antes de nos devolverem as imagens. (Cocteau)
O comportamento é um espelho no qual todos mostramos o que somos. (Alfred Montapert)
Não ir ao teatro é como fazer a toilette sem espelho. (Arthur Scopenhauer)
Os homens gostam de se ver reflectidos em espelhos pouco transparentes. (Par Lagerkvist)
O mundo é um espelho, pois se sorrires para ele, ele sorrirá para ti. (Gustave Le Bon)
A arte não é um espelho para reflectir o mundo, mas um martelo para forjá-lo. (Maiakovski)
Se não quiseres ver tolos, deves primeiro quebrar o teu espelho. (Juan Vives)
Nenhum espelho reflecte melhor a imagem do homem do que as suas palavras. (Juan Vives)
A sátira é uma espécie de espelho, onde aqueles que o fitam descobrem a cara de toda a gente menos a sua. (Jonathan Swift)
A consciência é como um espelho, às vezes embacia. (provérbio)
A culpa não é do espelho, se mostra à virgem que está grávida. (provérbio)
E foi na viagem até ao Cacém que os retoques finais foram dados. Depois, foi só imprimir e divulgar (ver http://bbteca.blogspot.com/).
Um bom Carnaval e portem-se bem!
António Pereira
14/02/2009
O que recorda da sua escola ?

O que recorda da sua escola ?
Como contribuiu ela para o que é hoje,
não só profissionalmente mas como pessoa?
Todos temos memórias da nossa escola – lugares especiais onde crescemos e fizemos amizades, aprendemos, projectámo-nos no futuro, sonhámos ser isto que em parte somos ou, às vezes, outra coisa que quisemos ser e continua apesar de tudo em nós.
Memórias de cheiros (os fritos da cantina, as aparas de borracha, o pátio nas primeiras chuvas …), de texturas (a rugosidade das velhas carteiras de madeira ou o tampo liso, em fórmica, onde deixávamos mensagens a desconhecidos de outra turma), de espaços (o laboratório, a biblioteca, aquele banco onde namorávamos …), de pessoas (um amigo para a vida, um professor especial …), de novas experiências (aquela visita de estudo, uma aula que se transformou numa revelação …).
Por tudo isto, pensámos que seria interessante ir à procura de antigos alunos da Ferreira Dias e perguntar-lhes o que a Escola/nós lhes demos, em que medida a Ferreira contribuiu para o que são e o que fazem hoje, o que de melhor (e pior) recordam de quando cá andaram.
Trazê-los à Escola, através de depoimentos, para cuja recolha pedimos a sua colaboração e com os quais pretendemos fazer no próximo mês de Março uma exposição no Pátio dos Amendoins. Contactar alguns deles para um encontro/colóquio com os nossos actuais alunos.
A ideia não é simplesmente “recolher casos de sucesso” mas dar uma amostragem o mais alargada possível – alguns/algumas são hoje professores, cantores, mecânicos, médicos, cabeleireiros, advogados, pedreiros, actores, desempregados …
Andaram na Ferreira Dias e nós queremos saber o que é feito deles !
Não existe um limite cronológico, mesmo que, para períodos mais recuados, a recolha seja mais difícil.
Vale tudo – por e.mail, carta, telefone, pessoalmente, através de outros colegas, de familiares, dos registos da escola, se necessário recorrendo aos serviços de um detective particular...
Para a recolha de depoimentos é fundamental a identificação e as fotos (actual e outra “desses tempos”). O depoimento deverá abordar as questões indicadas, mas revestirá a forma que cada um entender – texto corrido ou resposta a cada uma das perguntas – tendo em conta que, cada depoimento, não deverá exceder as 4 páginas A4, com fotos incluídas e um tamanho de letra 16.
Podem simplesmente entregar-nos o texto e as fotos e nós “montamos”, mas agradecíamos que o fizessem até final de Fevereiro, para que a Exposição esteja patente ao longo do mês de Março.
Precisamos da sua colaboração, porque os alunos são…
…O NOSSO MELHOR PATRIMÓNIO !
CLIO, Clube de História e Património

da Escola Secundária de Ferreira Dias
12/02/2009
Concurso da REVISTA GIGGLE

O Plano Nacional de Leitura, a Rede de Bibliotecas Escolares e a Revista Giggle (digital) levam a efeito um concurso individual ou em grupo (turma), em três modalidades. Os quatro melhores trabalhos, em cada uma das rubricas, serão premiados e publicados.
--- Reportagem sobre a localidade onde moram, sobre um museu ou um monumento;
--- Entrevista ou artigo sobre uma personalidade conhecida que tenha contribuído para a a história da terra onde vivem.
Tratando-se de uma reportagem ou entrevista, propõe-se que o texto seja acompanhado de video.
Número máximo de caracteres para o texto: 2.850
Número máximo de caracteres para o texto: 2.850
--- Artigo de opinião sobre um espectáculo, um museu, uma exposição, um filme, um cantor ou um grupo musical, um CD ou DVD, um jogo de computadot ou Playstation, um programa de TV um restaurante, etc.
Os textos devem ser acompanhados de fotografias sobre o asssunto.
Número máximo de caracteres para o texto: 250
Número máximo de caracteres para o texto: 250
--- Artigo de opinião sobre um livro que tenham lido e cuja leitura recomendem.
Número máximo de caracteres para o texto: 250
Os trabalhos devem ser enviados para o endereço bibliotecas@giggle.pt até o disa 3 de Maio de 2009.
BOA SORTE
O dia D de Darwin é Hoje
Bicentenário do nascimento de Charles Darwin
celebra-se esta quinta-feira
Charles Darwin As comemorações do bicentenário de Charles Darwin e dos 150 do lançamento do livro “A Origem das Espécies” centram-se em Inglaterra, apesar de vários eventos preparados para o efeito um pouco por todo o mundo, incluindo em Portugal, Cabo Verde e... online.

celebra-se esta quinta-feira
Charles Darwin As comemorações do bicentenário de Charles Darwin e dos 150 do lançamento do livro “A Origem das Espécies” centram-se em Inglaterra, apesar de vários eventos preparados para o efeito um pouco por todo o mundo, incluindo em Portugal, Cabo Verde e... online.

DARWIN em PORTUGAL
Artigo no «Hortícula Prática» foi publicado um mês antes da sua morte.
Por Marlene Moura

Por Marlene Moura
No ano em que se comemora o bicentenário do nascimento do naturalista britânico Charles Drawin, consideramos oportuno publicar uma homenagem feita ao investigador ainda em vida, pelo jornal de Hortícula Prática – uma publicação que tem dois séculos no mundo da jardinagem e agricultura. A obra pertencia ao tetravó de um dos nossos leitores.
O referido reconhecimento deu à estampa em Março de 1882, precisamente um mês antes de Darwin falecer. O Jornal de Horticultura Prática (JHP), que se publicou mensalmente no Porto entre 1870 e 1892, foi fundado por José Marques Loureiro, proprietário do Horto das Virtudes, e por José Duarte de Oliveira Júnior, seu redactor de 1870 a 1887.
O referido reconhecimento deu à estampa em Março de 1882, precisamente um mês antes de Darwin falecer. O Jornal de Horticultura Prática (JHP), que se publicou mensalmente no Porto entre 1870 e 1892, foi fundado por José Marques Loureiro, proprietário do Horto das Virtudes, e por José Duarte de Oliveira Júnior, seu redactor de 1870 a 1887.

11/02/2009
CONVITE À LEITURA
Etiquetas:
Convite à leitura
O Mistério do Bilhete de Identidade e Outras Histórias
Crónicas das Fronteiras da Ciência
Crónicas das Fronteiras da Ciência
Qual o significado do algarismo que aparece solitário no número do nosso bilhete de identidade? Como conseguimos descobrir nas notas de euro o país e a fábrica onde foram produzidas? Por que é que cada livro tem um número que se chama ISBN? Como é que a lua cheia parece enorme ao nascer? Como é possível que a água quente congele mais depressa que a água fria? O que une um dos mais famosos físicos matemáticos do mundo e os rolos de papel higiénico? Por que é que uma torrada com manteiga cai sempre com a manteiga para baixo? Um dia poderemos ser “teletransportados”?
Estas e muitas outras são as questões postas por Jorge Buescu no livro “O Mistério do Bilhete de Identidade e outras Histórias”, que nasceu das crónicas publicadas numa revista de engenheiros e que tem um subtítulo bem apropriado “ Crónicas das Fronteiras da Ciência”.
Livro de ciência sem notas de rodapé e referências bibliográficas reduzidas ao mínimo, permite-nos entrar em contacto com o mundo dos porquês das coisas de forma fascinante, sem reconstruções romanceadas, nem explicações do senso comum.
É um livro cheio de perguntas, porque é delas que a ciência vive, já que nunca se pode provar que uma teoria científica é verdadeira. Só se pode afirmar que, dentro dos limites em que foi testada, se adequa à realidade, é um bom modelo.
Estas e muitas outras são as questões postas por Jorge Buescu no livro “O Mistério do Bilhete de Identidade e outras Histórias”, que nasceu das crónicas publicadas numa revista de engenheiros e que tem um subtítulo bem apropriado “ Crónicas das Fronteiras da Ciência”.
Livro de ciência sem notas de rodapé e referências bibliográficas reduzidas ao mínimo, permite-nos entrar em contacto com o mundo dos porquês das coisas de forma fascinante, sem reconstruções romanceadas, nem explicações do senso comum.
É um livro cheio de perguntas, porque é delas que a ciência vive, já que nunca se pode provar que uma teoria científica é verdadeira. Só se pode afirmar que, dentro dos limites em que foi testada, se adequa à realidade, é um bom modelo.
O Mistério do Bilhete de Identidade e Outras Histórias
Jorge Buescu
Gradiva Publicações
Jorge Buescu
Gradiva Publicações
Projecto Escola- Electrão


O Projecto Escola Electrão da Amb3E, que conta com o apoio do Ministério da Educação e da Agência Portuguesa do Ambiente, encerrou as inscrições com 413 Escolas com 2º e 3º Ciclo e Secundário, representando um universo de cerca de 285.000 alunos activamente envolvidos com a temática dos REEE. No Continente encontram-se inscritas 376 Escolas das quais uma é a nossa escola.
Data de entrega do Ponto Electrão: 26 de Fevereiro de 2009
Data de recolha do Ponto Electrão: 5 de Março de 2009
COLABORA E AJUDA A ESCOLA A PARTICIPAR … A RECOLHA JÁ COMEÇOU.
Todos os REEE podem ser depositados no Ponto Electrão excepto as lâmpadas e os de grande dimensão que não possam ser introduzidos na abertura (55cm x 55cm). Os REEE de grande dimensão (ex.: frigoríficos, máquinas de lavar, etc.) podem ser entregues através de uma recolha especial do operador logístico que estiver afecto à escola. As lâmpadas pertencentes à Categoria 5 (Equipamentos de Iluminação) podem ser depositadas desde que inteiras, em caixas de cartão que serão disponibilizadas às escolas em simultâneo com o Ponto Electrão e que deverão ser acondicionadas em local seco. Alertamos que nesta categoria não estão incluídas as lâmpadas incandescentes, de halogéneo, leds e infra-vermelhos.
Podes obter mais informação no endereço : http://www.escolaelectrao.pt/
Os Coordenadores : António Braga, Helena Freitas e Joaquim Seixo
10/02/2009
CONCURSOS E PRÉMIOS
Biblioteca --> CONCURSOS E PRÉMIOS
Público-alvo: professores, alunos, funcionários e encarregados de educação.
---> Acordo ortográfico: regras que não mudam ----------- Responder a perguntas
Recomeçamos o concurso para dar oportunidade a todos, pois só agora ficaram definidos os prémios…
Pergunta 1 (responder até 20 /02/09):
Qual a alínea em que todas as palavras estão bem escritas?
a) familia / vários / Flávia / Sergio
b) familia / vários / Flávia / Sérgio
c) família / vários / Flávia / Sérgio
Enviar a resposta para professor.ap@gmail.com ou preencher o formulário de participação na biblioteca, indicando o nome e telemóvel e, sendo aluno, o ano, turma e número.
Prémio especial para o concorrente com mais respostas certas até Junho:
O Dicionário Editora da Língua Portuguesa 2009 - Acordo Ortográfico*
---> Palavras que o vento não leva II ----------------- Escrever textos
Os temas são livres, devendo no entanto os textos ser pessoais (uma frase, um pensamento, comentário sobre a actualidade, reflexões, poemas, fotos interessantes com um pequeno texto). Os textos, a entregar ao longo de todo o ano lectivo, não devem ultrapassar as 250 palavras. Enviá-los para professor.ap@gmail.com ou entregá-los num CD na biblioteca, indicando o nome e número de telemóvel e, sendo aluno, o ano, turma e número.
Público-alvo: professores, alunos, funcionários e encarregados de educação.
---> Acordo ortográfico: regras que não mudam ----------- Responder a perguntas
Recomeçamos o concurso para dar oportunidade a todos, pois só agora ficaram definidos os prémios…
Pergunta 1 (responder até 20 /02/09):
Qual a alínea em que todas as palavras estão bem escritas?
a) familia / vários / Flávia / Sergio
b) familia / vários / Flávia / Sérgio
c) família / vários / Flávia / Sérgio
Enviar a resposta para professor.ap@gmail.com ou preencher o formulário de participação na biblioteca, indicando o nome e telemóvel e, sendo aluno, o ano, turma e número.
Prémio especial para o concorrente com mais respostas certas até Junho:
O Dicionário Editora da Língua Portuguesa 2009 - Acordo Ortográfico*
---> Palavras que o vento não leva II ----------------- Escrever textos
Os temas são livres, devendo no entanto os textos ser pessoais (uma frase, um pensamento, comentário sobre a actualidade, reflexões, poemas, fotos interessantes com um pequeno texto). Os textos, a entregar ao longo de todo o ano lectivo, não devem ultrapassar as 250 palavras. Enviá-los para professor.ap@gmail.com ou entregá-los num CD na biblioteca, indicando o nome e número de telemóvel e, sendo aluno, o ano, turma e número.
Prémio especial para o melhor texto:
Publicação do texto num jornal e um belo livro sobre Sintra.
PRÉMIOS
(a sortear entre os participantes nos dois concursos)
Publicação do texto num jornal e um belo livro sobre Sintra.
PRÉMIOS
(a sortear entre os participantes nos dois concursos)
A) Professores, funcionários e encarregados de educação:
1º prémio - O Dicionário Editora da Língua Portuguesa 2009 - Acordo Ortográfico*
2º prémio - Cheque FNAC no valor de 20€
1º prémio - O Dicionário Editora da Língua Portuguesa 2009 - Acordo Ortográfico*
2º prémio - Cheque FNAC no valor de 20€
3º prémio - Um CD de música clássica
B) Alunos do Ensino Básico diurno:
1º prémio - O Dicionário Editora da Língua Portuguesa 2009 - Acordo Ortográfico*
2º prémio - Cheque FNAC no valor de 20€
B) Alunos do Ensino Básico diurno:
1º prémio - O Dicionário Editora da Língua Portuguesa 2009 - Acordo Ortográfico*
2º prémio - Cheque FNAC no valor de 20€
3º prémio - Um CD de música clássica
C) Alunos do Ensino Secundário diurno:
1º prémio - O Dicionário Editora da Língua Portuguesa 2009 - Acordo Ortográfico*
2º prémio – Cheque FNAC no valor de 20€
C) Alunos do Ensino Secundário diurno:
1º prémio - O Dicionário Editora da Língua Portuguesa 2009 - Acordo Ortográfico*
2º prémio – Cheque FNAC no valor de 20€
3º prémio – Um CD de música clássica
D) Alunos do Ensino nocturno:
1º prémio - O Dicionário Editora da Língua Portuguesa 2009 - Acordo Ortográfico*
2º prémio – Cheque FNAC no valor de 20€
D) Alunos do Ensino nocturno:
1º prémio - O Dicionário Editora da Língua Portuguesa 2009 - Acordo Ortográfico*
2º prémio – Cheque FNAC no valor de 20€
3º prémio – Um CD de música clássica
*O Dicionário Editora da Língua Portuguesa 2009 - Acordo Ortográfico é o único dicionário no mercado a registar simultaneamente as duas grafias - antes e depois do novo Acordo Ortográfico -, o que o torna numa obra única no panorama editorial português.
Prémios com o apoio das seguintes entidades:
Câmara Municipal de Sintra, Juntas de Freguesia de Agualva e Cacém, Lisboa Editora e Plátano Editora.
*O Dicionário Editora da Língua Portuguesa 2009 - Acordo Ortográfico é o único dicionário no mercado a registar simultaneamente as duas grafias - antes e depois do novo Acordo Ortográfico -, o que o torna numa obra única no panorama editorial português.
Prémios com o apoio das seguintes entidades:
Câmara Municipal de Sintra, Juntas de Freguesia de Agualva e Cacém, Lisboa Editora e Plátano Editora.
02/02/2009
PLANO NACIONAL DE LEITURA
LER+JORNAIS
A organização do projecto ficará a cargo do Coordenador da Biblioteca Escolar que deverá:
- Divulgar a iniciativa, suscitando o interesse pelo projecto, junto dos docentes da disciplina de Português e outros docentes que tenham a seu cargo o 10° ano.
- Recolher as inscrições dos docentes e preencher a ficha de inscrição, disponível em LINK:
http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/index.php?s=textos&pid=2610&fpid=2613&tab1id=1488&tab2id=2609
- Enviar a ficha preenchida à coordenação nacional do projecto através de e-mail, até ao dia 12/02/2009.para poder começar a receber os jornais.
- Disponibilizar um espaço na Biblioteca para colocar os jornais destinados às turmas do 10° ano de escolaridade que irão participar no projecto. (Os jornais poderão ser recolhidos e distribuídos diariamente pelos próprios alunos, de acordo com orientações de cada professor).
- Assegurar uma estratégia de distribuição ampla e de promoção da leitura do jornal na escola, para todos os interessados, indicando espaços públicos para colocar alguns dispensadores do jornal (por ex. bar, sala de professores ou outros) e um cartaz de divulgação do projecto.
- Disponibilizar-se para fazer preencher uma pequena ficha de balanço, no final do ano lectivo, para avaliação do projecto.
Na nossa época, em que o acesso à informação se torna cada vez mais um factor de desenvolvimento pessoal e de cidadania, o PNL e a RBE estão certos de que os docentes saberão aproveitar as potencialidades deste projecto Ler+Jornais para suscitar nos seus alunos mais interesse pela actualidade e para os incentivar a adquirir hábitos de leitura de jornais.
O PNL e a RBE chamam a vossa atenção para o projecto Ler+Jornais, destinado a despertar o interesse dos alunos pela leitura de publicações periódicas, e convidam as escolas a contribuir para formar cidadãos mais informados, mais atentos aos assuntos e factos da actualidade e mais conscientes do seu lugar na sociedade.
Ler+Jornais é uma iniciativa pioneira, proposta ao PNL e à RBE pelo jornal Global Notícias que, a partir do dia 16 de Fevereiro e até ao final do ano lectivo, fará a distribuição diária do jornal às bibliotecas escolares que aderirem ao projecto, enviando um número de exemplares suficiente para a leitura em sala de aula.
O projecto pretende envolver alunos e docentes, dirigindo-se prioritariamente a turmas do 10° ano, cujos alunos poderão dispor de um exemplar do jornal, sendo convidados a lê-lo regularmente e a dialogar sobre notícias da actualidade, em tempo lectivo, pelo menos durante um ou dois meses de forma contínua.
Propõe-se que a leitura e o diálogo sobre o conteúdo das notícias escolhidas pelos alunos ocupe entre 10 e 15 minutos, no início ou no final das aulas de:
■ Português;
■ Outras áreas disciplinares que se disponham a aderir.
Ler+Jornais é uma iniciativa pioneira, proposta ao PNL e à RBE pelo jornal Global Notícias que, a partir do dia 16 de Fevereiro e até ao final do ano lectivo, fará a distribuição diária do jornal às bibliotecas escolares que aderirem ao projecto, enviando um número de exemplares suficiente para a leitura em sala de aula.
O projecto pretende envolver alunos e docentes, dirigindo-se prioritariamente a turmas do 10° ano, cujos alunos poderão dispor de um exemplar do jornal, sendo convidados a lê-lo regularmente e a dialogar sobre notícias da actualidade, em tempo lectivo, pelo menos durante um ou dois meses de forma contínua.
Propõe-se que a leitura e o diálogo sobre o conteúdo das notícias escolhidas pelos alunos ocupe entre 10 e 15 minutos, no início ou no final das aulas de:
■ Português;
■ Outras áreas disciplinares que se disponham a aderir.
A organização do projecto ficará a cargo do Coordenador da Biblioteca Escolar que deverá:
- Divulgar a iniciativa, suscitando o interesse pelo projecto, junto dos docentes da disciplina de Português e outros docentes que tenham a seu cargo o 10° ano.
- Recolher as inscrições dos docentes e preencher a ficha de inscrição, disponível em LINK:
http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/index.php?s=textos&pid=2610&fpid=2613&tab1id=1488&tab2id=2609
- Enviar a ficha preenchida à coordenação nacional do projecto através de e-mail, até ao dia 12/02/2009.para poder começar a receber os jornais.
- Disponibilizar um espaço na Biblioteca para colocar os jornais destinados às turmas do 10° ano de escolaridade que irão participar no projecto. (Os jornais poderão ser recolhidos e distribuídos diariamente pelos próprios alunos, de acordo com orientações de cada professor).
- Assegurar uma estratégia de distribuição ampla e de promoção da leitura do jornal na escola, para todos os interessados, indicando espaços públicos para colocar alguns dispensadores do jornal (por ex. bar, sala de professores ou outros) e um cartaz de divulgação do projecto.
- Disponibilizar-se para fazer preencher uma pequena ficha de balanço, no final do ano lectivo, para avaliação do projecto.
Na nossa época, em que o acesso à informação se torna cada vez mais um factor de desenvolvimento pessoal e de cidadania, o PNL e a RBE estão certos de que os docentes saberão aproveitar as potencialidades deste projecto Ler+Jornais para suscitar nos seus alunos mais interesse pela actualidade e para os incentivar a adquirir hábitos de leitura de jornais.
30/01/2009
ITQB abre laboratórios ao público e homenageia Darwin em Oeiras.


Os investigadores do Instituto de Tecnologia Química e Biológica (ITQB), de Oeiras, abrem os seus laboratórios ao público no sábado para se darem a conhecer e explicarem o seu trabalho. Já realizado em anos anteriores, o "Dia Aberto do ITQB" constituirá desta vez uma homenagem a Charles Darwin e à Teoria da Evolução. "Através de exposições e conversas, os visitantes ficarão a saber mais sobre os primórdios da vida, a diversidade das moléculas e dos organismos, e sobre como funciona a selecção natural", disse hoje fonte deste instituto da Universidade Nova de Lisboa. Serão mostrados "exemplos da evolução em acção na resistência de bactérias aos antibióticos ou nas plantas que comemos", acrescentou. A iniciativa, que decorre das 10h00 às 17h00, dará aos cientistas uma oportunidade para satisfazerem a curiosidade do público, respondendo às suas perguntas e mostrando-lhes como se faz investigação.

29/01/2009
28/01/2009
OLIMPÍADAS DA ASTRONOMIA

As Olimpíadas de Astronomia são um concurso de âmbito Nacional, promovido e organizado pela Sociedade Portuguesa de Astronomia, destinado aos estudantes do Ensino Secundário, diurno e nocturno, de todo o território Nacional.
Os alunos interessados poderão obter mais informação no endereço
http://www.astro.uevora.pt/eventos/olimpiadas/index.html ou, junto de um dos professores de Física e Química da escola.
O prazo de inscrição termina no dia 13 de Fevereiro e a Prova de Selecção a nível de escola decorrerá no dia 11 de Fevereiro às 13h 00 min na sala 1.2.
Escola Secundária de Ferreira Dias , 28 de Janeiro de 2009
As Delegadas dos 4ºs Grupos A e B
Helena Freitas e Palmira Oliveira
OLIMPÍADAS DA QUÍMICA

À semelhança do que aconteceu em anos anteriores os professores de Física e Química da Escola Secundária de Ferreira Dias dinamizam, junto dos seus alunos, a participação da escola nas Olimpíadas da Física e Química.
As "Olimpíadas Portuguesas de Química ", também designadas por "Olimpíadas de Química", são concursos de resolução de problemas teóricos e práticos de Química, dirigidos aos estudantes do ensino básico e secundário português e organizados pela Sociedade Portuguesa de Química (SPQ).
Para obtenção de mais informações consultar o endereço www.spq.pt/olimpiadas.
As Olimpíadas de Química+ dirigem-se ao ensino secundário.
Prova de Selecção a Nível de Escola : 4 de Fevereiro às 13h e 30 min na sala 12
Semifinal: 14 de Março de 2009 .
Final Nacional: 9 de Maio de 2009 .
As Olimpíadas de Química Júnior dirigem-se ao ensino básico.
Prova de Selecção a Nível de Escola : 4 de Fevereiro às 13h e 30 min na sala 12
Semifinal: 18 de Abril de 2009 .
Final Nacional: 9 de Maio de 2009.
As Delegadas dos 4ºs Grupos A e B
Helena Freitas e Palmira Oliveira
23/01/2009
ANO DARWIN
Comemora-se este ano, a 24 de Novembro, o 150º aniversário da publicação da sua obra mais famosa, «A Origem das Espécies».Charles Darwin, que se notabilizou pela sua Teoria da Evolução através da selecção natural, está "mais vivo do que nunca" no bicentenário do seu nascimento, segundo afirmam diversos cientistas. Essa é a convicção do biólogo Henrique Teotónio, para quem o naturalista inglês, nascido a 12 de Fevereiro de 1809, foi "uma das pessoas mais importantes na humanidade".
"Devemos-lhe a compreensão de como é que estamos no mundo e como é que os organismos se relacionam entre si", considera o investigador, responsável pelo grupo de Genética Evolutiva do Instituto Gulbenkian de Ciência, para quem Darwin "ainda é mal compreendido".
Para Carlos Fiolhais, professor de Física e director da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, "a herança de Darwin tem rendido juros, que se têm acumulado neste século e meio, e continua a render". Na sua perspectiva, "a teoria da evolução é um grande estudo unificador na Biologia, que permite explicar de uma maneira bastante simples a variedade e complexidade do mundo vivo". Carlos Fiolhais acrescentou: "O que o sábio inglês disse foi que pequenas causas fazem, ao longo de muitos e muitos anos, grandes efeitos. Foi assim que a partir de organismos primitivos chegámos à riqueza do mundo vivo actual".
Assinalar o «Ano Darwin» Exposições, conferências, publicações e um congresso internacional vão assinalar em Portugal o «Ano Darwin».
A Agência Ciência Viva abre amanhã no Pavilhão do Conhecimento (Lisboa) o seu programa de celebrações com uma conferência por Michael Ruse, da Universidade da Florida (EUA), com o título «Estará o Darwinismo fora de prazo? Reflexões sobre a Origem das Espécies 150 anos depois».
«A Evolução de Darwin» é o título de uma exposição a inaugurar na sede da Fundação Calouste Gulbenkian a 12 de Fevereiro, seguida de um ciclo de conferências por destacados especialistas mundiais na área da evolução. No entendimento de José Feijó, comissário científico da exposição, "poucos homens terão tido tão vasta influência na civilização ocidental como Darwin", já que "do entendimento da evolução biológica continuam a depender aspectos fulcrais da pesquisa médica, produção de alimentos e sustentabilidade ecológica, ou seja, da melhoria da nossa qualidade de vida e da nossa sobrevivência enquanto espécie". Os conferencistas convidados pela Gulbenkian falarão sobre a vida de Darwin e o seu legado, as consequências científicas e socais dos mecanismos evolutivos e o mediatismo da evolução nos dias de hoje.

No encerramento da exposição, a 24 de Maio, será contada a história dos tentilhões estudados pelo naturalista inglês há 180 anos, nas ilhas Galápagos, por Rosemary e Peter Grant, (na foto ao lado), dois investigadores da Universidade de Princeton (EUA), que continuam a comprovar a evolução biológica naquele laboratório vivo.
22/01/2009
CONVITE À LEITURA
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Convite à leitura
Durante a ocupação alemã, uma família francesa é obrigada a partilhar a sua casa com um oficial nazi.Esta presença estrangeira é tão insuportável para o narrador e para a sobrinha que com ele vive que decidem fazer um pacto de silêncio: já que não podem recusar-se a receber o oficial alemão em sua casa, sentem-se, pelo menos, no direito de não lhe falar.
Trata-se, no entanto, dum militar culto, músico, que conhece profundamente a França e admira a sua cultura.
Todas as noites, ao regressar a casa, o oficial, através de longos monólogos, procura uma aproximação, demorando-se na sala, observando o piano mudo, percorrendo as lombadas dos livros, e revelando a sua admiração por Balzac, Baudelaire, Molière, Racine, Victor Hugo, Voltaire… Do outro lado, o silêncio, um silêncio profundo como o mar.
A pouco e pouco, o narrador vai começando a sentir respeito e admiração pelo inimigo, não conseguindo ficar indiferente à sua sensibilidade e, sobretudo, à firmeza e tenacidade com que o oficial enfrenta aquele implacável silêncio, nunca desanimando. À despedida, sempre a mesma frase: «— Desejo-vos uma boa noite.»
Escrito por Vercors, pseudónimo de Jean Bruller, O Silêncio do Mar foi publicado clandestinamente em 1942, quando o autor era membro da Resistência.
Biblioteca da ESCOLA SECUNDÁRIA DE FERREIRA DIAS
O SILÊNCIO DO MAR, VERCORS, EDITORIAL PRESENÇA
16/01/2009
LER É CRESCER!

Colóquio com a escritora:
Margarida Fonseca Santos
LER É CRESCER!
6 de Fevereiro às 11 horas na SR

Margarida Fonseca Santos
LER É CRESCER!
6 de Fevereiro às 11 horas na SR
Nasceu em Lisboa, a 29 de Novembro de 1960.
Tirou o Curso Superior de Piano no Conservatório. Tinha como objectivo ser professora de Formação Musical, no ensino vocacional. Deu aulas na no Conservatório Nacional, no Instituto Gregoriano de Lisboa e foi professora de Pedagogia na Escola Superior de Música de Lisboa entre 1990 e 2005.
Começou a escrever em 1993.
Tem vários livros publicados, na sua grande maioria para crianças e jovens.
É membro fundador do CLIC - Clube de Literatura, Ilustração e Cª.
Orienta ateliers de Escrita com crianças, adultos e professores (Escrita Criativa, Escrita para Teatro, Escrita para crianças e jovens).
Publicou, em co-autoria com Elsa Serra, o livro Quero ser Escritor! (Escrita Criativa)
Foi responsável pela coluna Crescer a ler do Suplemento de Educação do Jornal de Letras.
Foi responsável pelo apontamento Bicho de Conta (contos para crianças), Antena 1, Programa "À Volta dos Dias".
Paralelamente trabalha treino mental para a performance, gestão da ansiedade, estudo, etc.
Tirou o Curso Superior de Piano no Conservatório. Tinha como objectivo ser professora de Formação Musical, no ensino vocacional. Deu aulas na no Conservatório Nacional, no Instituto Gregoriano de Lisboa e foi professora de Pedagogia na Escola Superior de Música de Lisboa entre 1990 e 2005.
Começou a escrever em 1993.
Tem vários livros publicados, na sua grande maioria para crianças e jovens.
É membro fundador do CLIC - Clube de Literatura, Ilustração e Cª.
Orienta ateliers de Escrita com crianças, adultos e professores (Escrita Criativa, Escrita para Teatro, Escrita para crianças e jovens).
Publicou, em co-autoria com Elsa Serra, o livro Quero ser Escritor! (Escrita Criativa)
Foi responsável pela coluna Crescer a ler do Suplemento de Educação do Jornal de Letras.
Foi responsável pelo apontamento Bicho de Conta (contos para crianças), Antena 1, Programa "À Volta dos Dias".
Paralelamente trabalha treino mental para a performance, gestão da ansiedade, estudo, etc.

15/01/2009
EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE E SEXUALIDADE
PROGRAMA:
14:30- Recepção dos participantes
15:00- Sessão de Abertura- Prof. Leonídia Cunha, Presidente do Conselho Executivo da ESFD; Prof. Maria Lobo Antunes (organização do evento)
15:15- Palestra "Adolescência: Estilos de Vida"- Professora Doutora Maria do Céu Machado, Alta Comissária para a Saúde
15:45- Teatro Escolar de Intervenção (TEI) - coordenação Liliana Paulos (CAOJ) e Prof. Gabriela Fonseca
16:15- Debate com a presença do Professor Doutor Daniel Sampaio
16:45- Encerramento da sessão com entrega de lembranças aos convidados pelos alunos vencedores do Concurso de Slogans de Prevenção de VIH-SIDA no âmbito do Projecto de Promoção e Educação para a Saúde
18/12/2008
CONVITE À LEITURA
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Convite à leitura
Convite à leitura `Zeca Perpétuo, filho de Agualberto Salvo-Erro, reformado do mar, tem um só sonho: embrulhar-se com Dona Luarmina, “polposa e carnuda mulata que já acendeu prontidões masculinas, mas agora está apagada”. Mas Luarmina, aliás Albertina da Conceição Melistopolous, que já foi “bela de espantar a homenzarrada” e agora está de figura gorda e gordurosa, não quer nada com os homens, e todos os fins de tarde, num degrau da varanda, numa tristeza molhada, enche o pátio de flores desfolhadas deixando “o chão espantado a mil cores” – Mar me quer, bem me quer….
Argumentando vagas promessas de satisfazer os seus desejos, D.Luarmina pede a Zeca que lhe conte as histórias verdadeiras da sua passada vida. Zeca conseguirá arrastar a mulata para a onda dos seus desejos? E afinal quem é a costureira Luarmina?
Contada com a espantosa criação de palavras de Mia Couto, ilustrada por João Nasi Pereira, esta pequena estória simples de sorrisos dados com o mar – com ou sem lágrimas, leva-nos a viver o dito do avô Celestiano:
Lançamos o barco, sonhamos a viagem: quem viaja é sempre o mar.
Mar me quer
Mia Couto
Editorial Caminho
FESTAS MUITO FELIZES
NATAL
Dezembro 2008
A Equipa da Biblioteca deseja a toda a comunidade educativa um ‘EXCELENTE’ Natal e um ‘MUITO BOM’ Ano Novo.
Como o tempo é de reflexão e a tolerância é uma virtude que muito se deve preservar, partilhamos aquilo que Helen Keller disse:
«O resultado mais importante da educação é a tolerância.»
Dezembro 2008
A Equipa da Biblioteca deseja a toda a comunidade educativa um ‘EXCELENTE’ Natal e um ‘MUITO BOM’ Ano Novo.
Como o tempo é de reflexão e a tolerância é uma virtude que muito se deve preservar, partilhamos aquilo que Helen Keller disse:
«O resultado mais importante da educação é a tolerância.»
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