No dia 6, às 16 horas, mais uma vez o Conservatório de Música de Sintra, pelo Quarteto de Cordas Opus 4, brindou-nos com uma viagem ao reino da magia e calma reflexão.
19/03/2009
SEMANA da LEITURA
Na 6ª feira foi a vez da escritora Margarida Fonseca Santos no presentear com a simpatia e magistral comunicação que deixou os mais pequenos, mas também os maiores, deliciados.
12/03/2009
SEMANA da LEITURA
Dia 5 de Março, a pequena-grande senhora, octogenária, a escritora Maria Almira Medina distribuiu sabedoria, alegria e carinho a todos aqueles que estiveram presentes.
SEMANA da LEITURA
Na quarta-feira, dia 4, o Professor-poeta-escritor da nossa Escola, Fernando Eduardo Carita, com as suas serenas e belas palavras, encheu-nos de emoção.

SEMANA da LEITURA
Na terça-feira, à tarde, foi a vez do Duo de Guitarra Clássica e Guitarra Portuguesa nos oferecer o prazer da Música.
SEMANA da LEITURA
Na terça-feira, dia 3 de Março, foi o Dr. Sérgio Luís de Carvalho que nos presenteou com os mistérios do romance histórico.



SEMANA da LEITURA
E foi assim, no dia 2 de Março, que o Professor Doutor Jorge Buescu apresentou "O fascinante mistério dos números".
10/03/2009
Palavras salteadas… à minha moda!(7)
A de… Arco-Íris
Enquanto me questionava sobre a palavra a escolher para confeccionar a crónica que iria servir ao leitor, a memória, como um espelho diferido, devolveu-me a imagem de um fim de tarde chuvoso do mês de Fevereiro.
Vi-me no meu pequeno terraço a contemplar, na parte traseira da casa, o céu carregado de nuvens inquietas e prontas a lançarem-se sobre os prados precocemente verdes. E foi então que o vi, diáfano, colorido, mágico, como uma moldura a abraçar o pinhal: o arco-íris! Era uma ponte a ligar-me à infância no que ela teve de melhor: a liberdade conquistada, milímetro a milímetro, às limitações, interditos e severidades que o dia-a-dia da vida familiar me impôs sem tréguas. E como num poema, lido há muito, cresceram-me as asas para dentro. Estruturalmente diferentes do que é habitual, iam sendo o suficiente para manter viva a esperança em dias melhores. E é com elas que ainda hoje voo…
Nesse tempo (há cerca de cinquenta anos) e nesse espaço (monte perdido junto ao Ribatejo), chamavam ao arco-íris o arco-da-velha. E os trabalhadores sazonais, vindos do Norte, os “ratinhos”, costumavam dizer-me: “Olha o arco-da-velha, Toino! Vá, corre! Há lá um ninho de caminetes (sic) com as luzes a acender e a apagar!” E eu corria sem parar. A ilusão de que ia lá chegar era tão forte que só parava quando, cansado, decidia que ia voltar a tentar no próximo arco-da-velha. E à noite, nos meus sonhos (sempre fui um sonhador…), chegava finalmente junto ao arco e lá estavam a camionetas com as luzes a acender e a apagar…
E foi assim que ficou escolhida a palavra que iria ser a espinha dorsal da crónica. Arco-íris: palavra suculenta, recheada de emoções, link directo para o imaginário de cada um.
Esperando que a luz e as cores do arco-da-velha da minha infância alimentem a vossa imaginação, despeço-me na expectativa de nos encontrarmos no cenário da próxima palavra salteada.
A de… Arco-Íris
Enquanto me questionava sobre a palavra a escolher para confeccionar a crónica que iria servir ao leitor, a memória, como um espelho diferido, devolveu-me a imagem de um fim de tarde chuvoso do mês de Fevereiro.
Vi-me no meu pequeno terraço a contemplar, na parte traseira da casa, o céu carregado de nuvens inquietas e prontas a lançarem-se sobre os prados precocemente verdes. E foi então que o vi, diáfano, colorido, mágico, como uma moldura a abraçar o pinhal: o arco-íris! Era uma ponte a ligar-me à infância no que ela teve de melhor: a liberdade conquistada, milímetro a milímetro, às limitações, interditos e severidades que o dia-a-dia da vida familiar me impôs sem tréguas. E como num poema, lido há muito, cresceram-me as asas para dentro. Estruturalmente diferentes do que é habitual, iam sendo o suficiente para manter viva a esperança em dias melhores. E é com elas que ainda hoje voo…
Nesse tempo (há cerca de cinquenta anos) e nesse espaço (monte perdido junto ao Ribatejo), chamavam ao arco-íris o arco-da-velha. E os trabalhadores sazonais, vindos do Norte, os “ratinhos”, costumavam dizer-me: “Olha o arco-da-velha, Toino! Vá, corre! Há lá um ninho de caminetes (sic) com as luzes a acender e a apagar!” E eu corria sem parar. A ilusão de que ia lá chegar era tão forte que só parava quando, cansado, decidia que ia voltar a tentar no próximo arco-da-velha. E à noite, nos meus sonhos (sempre fui um sonhador…), chegava finalmente junto ao arco e lá estavam a camionetas com as luzes a acender e a apagar…
E foi assim que ficou escolhida a palavra que iria ser a espinha dorsal da crónica. Arco-íris: palavra suculenta, recheada de emoções, link directo para o imaginário de cada um.
Esperando que a luz e as cores do arco-da-velha da minha infância alimentem a vossa imaginação, despeço-me na expectativa de nos encontrarmos no cenário da próxima palavra salteada.
António Pereira
P.s.: Na minha infância, e até há pouco tempo, arco-íris era uma palavra composta por justaposição; hoje, e desde 2004, é uma palavra formada por composição morfossintáctica… Malhas que a gramática tece!
P.s.: Na minha infância, e até há pouco tempo, arco-íris era uma palavra composta por justaposição; hoje, e desde 2004, é uma palavra formada por composição morfossintáctica… Malhas que a gramática tece!
01/03/2009
19/02/2009
ASTÉRIX na ESCOLA - Clube de Francês
Olimpíadas da Astronomia - Alunos Seleccionados

No dia 11 de Fevereiro de 2009, pelas 13Horas e trinta minutos, realizou-se a prova de selecção para a fase regional das Olimpíadas da Astronomia.
Alunos seleccionados para representar a Escola Secundária Ferreira Dias:
Rosana Isabel Silva, 10ºC3
Daniel André Correia Almeida, 10º C3
João Henrique Ribeiro, 12ºC5
Miguel Freitas Costa, 10ºC3
César Nunes Costa, 10ºC3
Olimpíadas da Química - Alunos seleccionados
18/02/2009
Concurso de Fotografia - Dia da Terra - Lab. FQ/BG

Está aberto o Concurso de Fotografia do Laboratório de Físico- Química/Biologia-Geologia.
Inscrições até ao dia 20 de Março, na Sala 1.10.
As fotografias devem contemplar um dos três temas: “Ambiente(s) Degradado(s)”; “Ambiente Verde” ; “A minha Escola- ESFD”.
Para cada tema será atribuído um prémio. A atribuição dos prémios será no dia 22 de Abril- Dia da Terra.
Palavras salteadas… à minha moda!(6)
E de… Espelho (do latim – “speculu”)
E de… Espelho (do latim – “speculu”)
Hoje, de manhãzinha, ao olhar para o espelho, dei por mim a murmurar: “Espelho meu, espelho meu, há alguém mais infeliz do que eu?” Claro que há muita gente com boas razões para se sentir mais infeliz do que eu… No entanto, a perspectiva de só regressar ao conforto do lar e às manifestações fidelíssimas da Ginja e da Pipoca (as cadelas mais loucas que há em Azeitão!), cerca de 14 horas depois (afinal, foram 15…) fez-me ficar assim (absurdamente infeliz).
E se os olhos são o espelho da alma, os meus, sendo castanhos, deviam estar bem desfocados, descoloridas, tal era o meu desejo de voltar ao quentinho dos lençóis de flanela.
Já no comboio (o primeiro dos dois que apanho diariamente), pensei: “E se a escolhida para alimentar esta crónica fosse a palavra espelho?” “Nada mal pensado!”, respondi a mim mesmo.
Ao entrar no segundo comboio, em Sete Rios, a crónica estava quase pronta. Depois de me ter questionado se partir um espelho dá realmente sete anos de azar (para o espelho, o azar é óbvio…), pensei na relação que (man)temos com o espelho.
Para uns, a sua presença é uma necessidade imperiosa, esteja ele na mala de mão, na pala do automóvel, no elevador ou numa qualquer casa de banho… O espelho, aqui, reflecte o que queremos mostrar ou até o que queremos ver (ou pensamos que vemos…).
Para outros, é uma invenção amaldiçoada, estigmatizada, culpada de tudo que o vemos (ou julgamos ver…) reflectido na sua face “implacável”.
O espelho sempre esteve na boca do povo e dos grandes pensadores, associando-o à nossa forma de ser e de estar, de ver a vida, de sermos (in)felizes, de nos projectarmos em todas as dimensões temporais: passado, presente e futuro. Eis alguns exemplos:
A memória é o espelho onde observamos os ausentes. (Joseph Joubert)
Os espelhos fariam bem em reflectir um pouco antes de nos devolverem as imagens. (Cocteau)
O comportamento é um espelho no qual todos mostramos o que somos. (Alfred Montapert)
Não ir ao teatro é como fazer a toilette sem espelho. (Arthur Scopenhauer)
Os homens gostam de se ver reflectidos em espelhos pouco transparentes. (Par Lagerkvist)
O mundo é um espelho, pois se sorrires para ele, ele sorrirá para ti. (Gustave Le Bon)
A arte não é um espelho para reflectir o mundo, mas um martelo para forjá-lo. (Maiakovski)
Se não quiseres ver tolos, deves primeiro quebrar o teu espelho. (Juan Vives)
Nenhum espelho reflecte melhor a imagem do homem do que as suas palavras. (Juan Vives)
A sátira é uma espécie de espelho, onde aqueles que o fitam descobrem a cara de toda a gente menos a sua. (Jonathan Swift)
A consciência é como um espelho, às vezes embacia. (provérbio)
A culpa não é do espelho, se mostra à virgem que está grávida. (provérbio)
E foi na viagem até ao Cacém que os retoques finais foram dados. Depois, foi só imprimir e divulgar (ver http://bbteca.blogspot.com/).
Um bom Carnaval e portem-se bem!
António Pereira
14/02/2009
O que recorda da sua escola ?

O que recorda da sua escola ?
Como contribuiu ela para o que é hoje,
não só profissionalmente mas como pessoa?
Todos temos memórias da nossa escola – lugares especiais onde crescemos e fizemos amizades, aprendemos, projectámo-nos no futuro, sonhámos ser isto que em parte somos ou, às vezes, outra coisa que quisemos ser e continua apesar de tudo em nós.
Memórias de cheiros (os fritos da cantina, as aparas de borracha, o pátio nas primeiras chuvas …), de texturas (a rugosidade das velhas carteiras de madeira ou o tampo liso, em fórmica, onde deixávamos mensagens a desconhecidos de outra turma), de espaços (o laboratório, a biblioteca, aquele banco onde namorávamos …), de pessoas (um amigo para a vida, um professor especial …), de novas experiências (aquela visita de estudo, uma aula que se transformou numa revelação …).
Por tudo isto, pensámos que seria interessante ir à procura de antigos alunos da Ferreira Dias e perguntar-lhes o que a Escola/nós lhes demos, em que medida a Ferreira contribuiu para o que são e o que fazem hoje, o que de melhor (e pior) recordam de quando cá andaram.
Trazê-los à Escola, através de depoimentos, para cuja recolha pedimos a sua colaboração e com os quais pretendemos fazer no próximo mês de Março uma exposição no Pátio dos Amendoins. Contactar alguns deles para um encontro/colóquio com os nossos actuais alunos.
A ideia não é simplesmente “recolher casos de sucesso” mas dar uma amostragem o mais alargada possível – alguns/algumas são hoje professores, cantores, mecânicos, médicos, cabeleireiros, advogados, pedreiros, actores, desempregados …
Andaram na Ferreira Dias e nós queremos saber o que é feito deles !
Não existe um limite cronológico, mesmo que, para períodos mais recuados, a recolha seja mais difícil.
Vale tudo – por e.mail, carta, telefone, pessoalmente, através de outros colegas, de familiares, dos registos da escola, se necessário recorrendo aos serviços de um detective particular...
Para a recolha de depoimentos é fundamental a identificação e as fotos (actual e outra “desses tempos”). O depoimento deverá abordar as questões indicadas, mas revestirá a forma que cada um entender – texto corrido ou resposta a cada uma das perguntas – tendo em conta que, cada depoimento, não deverá exceder as 4 páginas A4, com fotos incluídas e um tamanho de letra 16.
Podem simplesmente entregar-nos o texto e as fotos e nós “montamos”, mas agradecíamos que o fizessem até final de Fevereiro, para que a Exposição esteja patente ao longo do mês de Março.
Precisamos da sua colaboração, porque os alunos são…
…O NOSSO MELHOR PATRIMÓNIO !
CLIO, Clube de História e Património

da Escola Secundária de Ferreira Dias
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