15/02/2011

DIA dos NAMORADOS

Estamos no Dia dos Afectos: Faz de conta, convenção social ou não, consumismo e blá...., blá, o que interessa são os afectos e preservarmos a importânciia deles e das emoções.

Nunca devemos esquecer que gostamos uns dos outros e, se não gostamos, teremos de aprender a gostar, com os nossos defeitos e algumas virtudes.

Por isso, em jeito de homenagem (meio a brincar, mas de afectos a sério), partilhamos com toda a comunidade educativa os anexos escolhidos e elaborados para enfeitar a vitrina da BE, relativamente a este dia.

Em nome da Equipa da BE. Esperamos que se inspirem....




13/02/2011

FOTOGRAFIA DA SEMANA

Na compra da moldura leve também o céu

As feiras mostram-nos de tudo um pouco, ali estão os vendedores e pregoeiros para nos venderem xailes e copos, cobres e casacos, gravatas e sapatos. Lá vamos nós, quais Fernão Mendes Pinto, peregrinando, procurando a melhor peça e que seja ao melhor preço. Aguardamos que a satisfação do vendedor se pacifique na nossa própria satisfação: uns e outros achamos que fizemos óptimo negócio e ficamos felizes. Que belo fim e que belo final….
Mas há feiras onde se encontram artigos muito especiais, com bancas mágicas, saídas de um qualquer Éden iraquiano (consta que o original lá ficava…) em que se oferecem verdadeiras pechinchas.
Fomos a esta feira e, nem mais nem menos, ofereciam-nos um pedaço de céu pintadinho de azul por algum Leonardo e com ilustrações de Paula Rego. Estava tudo encaixadinho numa moldura muito ‘naif’, sem acréscimo de preço. O vendedor apenas queria fazer negócio com a moldura, é que pedaços de céu não se esgotam assim de repente, Leonardo pintor nunca tinha conhecido nenhum e Paula Rego não era nome nem pessoa que lhe sugerisse pinturas estranhas de árvores personificadas em meninas que, transmutadas em Capuchinho Vermelho, nada queriam saber duma avó esfomeada e que morava longe.
Não comprámos a moldura: primeiro olhamos extasiados para o que o espelho reflectia, depois, fomos andando e, de graça, olhamos o céu e as árvores que lá ficaram para as feiras seguintes.

Foto: Osvaldo Castanheira - Texto: Maria dos Anjos Fernandes

11/02/2011

ATREVE-TE A LER

ATREVE-TE A LER

E a crónica vencedora, do mês de janeiro, é:

Um livro… O livro…
Livro
Primeiro uma história, bem narrada, de emigração nos anos 60, com a mãe que deixa o filho ainda criança para procurar uma vida melhor. Numa pequena comunidade fechada de um país dominado por uma moral conservadora, ouvimos a dificuldade que Ilídio tem de compreender a partida da mãe e o modo como se adapta às novas companhias, as brincadeiras com os amigos, os amores de Adelaide.
Depois a ida para França, como tantos outros nesse tempo na luta pela sobrevivência, as peripécias, a aventura, os desencontros com Adelaide, também ela emigrante.
Mas, de repente, é já Abril de 1974, é tempo de regresso e de reencontro com um mundo que já não é o mesmo. Agora, a história deixa o tom lento e magoado e acelera, toma um tom de festa.
E entra-se na segunda parte, mais curta, inesperada e desconcertante.
O tema escolhido para este livro é explicado pelo próprio autor: «Existe uma relação pessoal com esse tema, baseada no facto dos meus pais terem emigrado para França e de eu ter crescido com essa mitologia de ouvir falar do que era a emigração e do que tinha sido a experiência deles, sem que eu nunca a tivesse vivido».
E o título?
Quanto ao título, ele é explicado em vários momentos ao longo da obra.
Leia e descubra.


Parabéns à vencedora Ana Brito da Luz

06/02/2011

FOTOGRAFIA DA SEMANA

Era uma vez um mar, um rio, um lago.
Presumo que esta quantidade de água é mesmo um lago de há muitos anos; Tiberíades, na Galileia.
Apesar de não haver redes de pesca visíveis, coisa usual naquele tempo, alguns adiantados no tempo já usavam instrumentos modernos para retirar os peixinhos do seu ecológico e natural ambiente.
Mesmo esses foram descuidados ou curiosos.
Ouviram a história de um Homem Especial que por ali andava, procurando pescadores de outros elementos.
Então tiveram uma ideia brilhante: deixaram as canas do futuro que, por acaso, estavam deslocadas no passado, e também eles partiram, em busca de outras pescarias.
Nunca se chegou a saber se houve peixe que acedesse ao isco, ou se as canas cristalizaram e ficaram imóveis para nos lembrar que o tempo do passado se pode repetir no futuro.
O que é certo, é que lá continuam, como memória dos afazeres praticados naquelas bandas.
Os seus donos correram mundo, esqueceram-nas e nas pescarias tiveram outras sortes.
As canas são como a Excalibur. Apenas o Rei Artur a conseguiu retirar da rocha. Estas, das águas também não saem, a não ser que Pedro e Simão ou João ou Tomé, quem sabe Tiago, regressem e as resgatem, mais aos peixinhos que a esta hora talvez tenham ido juntar-se ao Nemo e procurem, procurem....
E nós, só recebemos as estórias e a foto de quem lá esteve e registou, ou não esteve e apenas sonhou.

Sonhemos também. Tudo é real e, quando queremos, o milagre acontece!


Foto: Osvaldo Castanheira - Texto: Maria dos Anjos Fernandes

02/02/2011

"ÚLTIMA" AULA da NOSSA QUERIDA ANA BELA

Arte, Cultura, História – Aula da professora Ana Bela Castelo

A 20 de Janeiro, na sala de reuniões da Ferreira Dias, por iniciativa do CLIO, Clube de História e Património e dos professores de História, a professora Ana Bela Castelo, que agora se aposentou ao fim de 38 anos na nossa escola, deu a sua “última lição”, cujo tema foi – “História, Cultura e Arte”.
Antigos e actuais alunos, antigos e actuais professores e antigos alunos hoje professores, seguiram atentos uma palestra onde se ouviu música ( Vivaldi, Mozart, Handael) para ilustrar as fases da Vida e as épocas da História; se aconselharam romances que, recriando personagens e factos históricos, nos fazem “viver” ao ritmo das suas personagens; se viajou pela Arte de Picasso e por espaços de Siza Vieira e Souto Moura, tão diferentes como o podem ser uma Casa de Chá, uma Igreja e um Estádio de Futebol.
Da diversidade de tudo o que foi dito e mostrado, de muitas histórias e memórias, de um enorme orgulho na sua profissão/missão e de uma grande empatia com o seu público – desta vez composto não apenas por jovens - assim se fez uma excelente lição de uma grande professora, que não só encantou como...cantou!
O poema era de Fernando Pessoa e não podia vir mais a propósito – “Tudo vale a pena se a alma não é pequena!”



31/01/2011

BIGODES E CHAPÉUS






No âmbito das comemorações do Centenário da República, o Clio, Clube de História e Património, promove o concurso “Bigodes e Chapéus Republicanos na Ferreira”.

Qualquer aluno, independentemente do seu ano de escolaridade, poderá concorrer, devendo para isso:

Inscrever-se provisoriamente na Biblioteca da escola, até dia 23 de Fevereiro, indicando em qual das vertente pretende concorrer – Bigode (masculno) ou Chapéu (feminino).

Confeccionar no material que entender (tecidos, lãs, arame, papel...) um bigode ou um chapéu inspirados nos usados no tempo da 1ª República e apresentá-lo no dia 3 de Março de 2011 em hora e local a determinar, ao júri entretanto constituído e aos restantes elementos da comunidade educativa (desfile de todos os concorrentes).

• O júri será constituído por professores de História e de Artes Visuais e representantes dos alunos e a escolha será feita com base na verosimilhança relativamente à época e na imaginação e capacidade de confecção dos concorrentes.

O prémio será um Cheque FNAC no valor de 50 euros para cada uma das modalidades – melhor bigode e melhor chapéu.

Mais informações no placard do CLIO, átrio do piso 1.

Mãos à obra – inicia a tua pesquisa e dá asas à imaginação!

29/01/2011

"LUSÍADAS" e "MENSAGEM"

Para quem ainda tem, à flor da pele, a alma portuguesa, estas duas palavras, como títulos, lembram-nos algo grandioso do passado deste povo, que à deriva partiu e novos mundos encontrou.
À primeira vista, parece nada terem em comum um com o outro, nem na cronologia temporal, nem no conteúdo.
No entanto, várias turmas de 12º ano da nossa escola, tiveram o privilégio de ouvir a palestra do Dr. António Carlos Cortez e perceberem a simbiose das obras. Sebastião, ‘o desejado’, é apenas um dos pormenores do livro das ninfas e dos amores, assim como D. Dinis também aparece na Mensagem (Portugal) e deseja um bom futuro, brilhante, pleno de caravelas e naus futuras, que não viu, mas anteviu.
Os alunos escutaram com muita atenção e todos agradecemos a possibilidade de saberes que nos levaram do misticismo bíblico aos conselhos do esforço e trabalho necessários para, de forma científica, haver a capacidade de triunfo no estudo e comentário científico das obras estudadas.
Só podemos, como professores, em nome de toda a escola e dos alunos, agradecer a partilha tão séria, mas comunicada de forma brilhante, que não cansou, mas encantou.

Obrigada Dr. António C. Cortez

FOTOGRAFIA DA SEMANA

MARTE
O título da foto leva-nos a subverter.
Costumamos dizer que, por vezes, se fala a verdade a mentir.
Neste caso, apresentamos uma mentira, absoluta, e mentimos mesmo…. Deliberadamente.
Mas o trabalho da razão pode ser tão enfadonho que, contrariando o filósofo Descartes, devemos usar e abusar da imaginação.
Não estão lá os marcianos verdinhos? Quem disse? Já olharam bem?
Então, quem manobra a tecnologia amarela? Quem a colocou lá? Quem viajou com ela às costas, sem o peso da gravidade? Quem a abastece de combustível?
Não os vêm, a trabalhar afanosa e meticulosamente, tão bem organizados?
Olhem, olhem, porque eles olham melhor.
Nós só os vemos na imaginação e, de concreto, temos o testemunho do desbaste de tanta pedra!
Mas eles observam-nos através do seu olhar ciclópico e perscrutam-nos os pensamentos mais profundos e arrecadados. Nada lhes escapa!
Eles lá….
Nós cá….
A razão nos terráqueos…
A ilusão nos marcianos…
A imaginação na Via Láctea….
Agradeçamos ao Universo!

Foto: Osvaldo Castanheira - Texto: Maria dos Anjos Fernandes



LUÍS de CAMÕES e FERNANDO PESSOA


24/01/2011

FOTOGRAFIA da SEMANA


Que seria do alfaiate se não fosse a Virgem?
Que seria de um candeeiro, sem o outro candeeiro?
Que seria do esquadro se não fossem os moldes?
Que seria da tesoura se não fossem os tecidos?
Que seria da máquina se não fosse a fita métrica?
Que seria do quartinho branco se não fossem os fatos negros?
Que seria da parede se não fosse o espelho?
Que seria do espelho se não fosses tu?


Foto: Osvaldo Castanhareira - Texto: Maria dos Anjos Fernandes


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21/01/2011

Aromaterapia e a Memória Declarativa


"O grupo SNIFF, constituído por alunos do 12ºC1, está a desenvolver um projecto no âmbito da área curricular de Área de Projecto. Segue-se uma sucinta descrição das bases teóricas que permitiram ao grupo aumentar o seu grau de conhecimento quanto aos temas em foco. Antes de mais, o objectivo do projecto do grupo SNIFF é investigar uma relação verificada entre os Óleos Essenciais de algumas plantas e a melhoria significativa da memória.

- Qual a Relação entre a Aromaterapia e a Memória Declarativa?
A aromaterapia é considerada uma terapia alternativa ou complementar, embora seja um tratamento bastante antigo, que surgiu da fitoterapia (prática terapeuta baseada em preparados derivados de plantas). Aromaterapia é, tal como o próprio nome indica, uma terapia baseada em aromas – óleos extremamente concentrados, extraídos de flores, raízes, folhas, sementes, ervas, madeira e resinas. Esses extractos, chamados essências ou óleos essenciais, contêm as substâncias que dão perfume às plantas, sendo que o seu odor é a característica potencializada. São utilizados na prevenção e no tratamento de doenças físicas e psicológicas.
No entanto, a Aromaterapia deve ser sempre empregue com cautela e de preferência, guiada por um profissional especializado, que saberá verificar as contra-indicações, além de dosagens indicadas e formas de uso.
A memória surge como um processo de retenção de informações no qual experiências, vivências e conhecimento são arquivados e recuperados quando são necessárias. É uma função cerebral superior relacionada com o arquivo de informações obtidas em experiências vividas e conhecimentos adquiridos.
O termo memória tem sua origem semântica no latim e significa a faculdade de reter e/ou readquirir ideias, imagens, expressões e conhecimentos adquiridos anteriormente.
A memória é uma faculdade cognitiva extremamente importante, dado que forma a base que possibilita a aprendizagem. Se esta base não existisse, não teríamos forma de tirar proveito da experiência passada.
Assim, aprendizagem e a memória são o suporte para todo o nosso conhecimento, assim como habilidades e planeamento, possibilitando a recordação do passado, a vivência do presente e a previsão do futuro.
Se quer saber mais sobre este projecto, sobre os elementos constituem o grupo SNIFF ou sobre a ESFD, visite-nos clicando no nosso logótipo, no fim da barra lateral.

19/01/2011

TRABALHOS DE ALUNOS - NATAL 2010


Estes foram alguns dos trabalhos apresentados, pelos nossos alunos dos 7º, 8º e 9º anos. Todos os trabalhos foram realizados nas aulas de Português e Francês.





















17/01/2011

FOTOGRAFIA da SEMANA

E ali estou eu, estás tu e toda a gente a olhar a outra margem, para a qual as aéreas passagens, neste momento, de nada nos servem. Também não as quero, não as queres. Desejo, desejas apenas ser água, fundir-me, fundires-te com o rio. Rio que também leva algumas mágoas.
Ai as mágoas que não nos lavam nem nos levam!
As pontes desafiam a água que desafia as pontes pelas quais passa irrepetidamente.
Eu, tu e toda a gente, estamos ali, fazemos parte das pontes, do rio, da água que purifica , regenera e dá a vida ou a morte.
Conforme… Conforme…

Foto: Osvaldo Castanheira - Texto: Maria dos Anjos Fernandes


12/01/2011

FOTOGRAFIA da SEMANA



Se o arco-íris se materializasse, poucas cores faltariam para que o nosso olhar levasse à imaginação aquilo que lá deve estar sempre: o sonho.

O azul do céu, mesclado de algodão doce apetece tocar e saborear.
Na terra, de verde vestida, apetece colocar o corpo e todos os sentidos.
Apetece deixar a brisa acariciar o rosto e aproveitar os sentidos para sentir, ver, cheirar, tocar.
Deixar seguir os que na ponte passam de forma tão aerodinâmica e colorida, que nos saúdam, sem pressa de chegar, tal como não temos pressa de partir, quiçá eufóricos de tanto pedalar.

E nós pensamos: ‘há terra e ar’.
Depois… ali ficar!

Foto: Osvaldo Castanheira Texto: Maria dos Anjos Fernandes


07/01/2011

ATREVE-TE A LER!


A Biblioteca Escolar lança, a partir de Janeiro de 2011, um desafio a toda a Comunidade Educativa.

"ATREVE-TE A LER!"
implica, em cada mês, a leitura reflexiva de uma Obra proposta pela BE.
A melhor apreciação crítica/crónica sobre a Obra será premiada e postada no Blogue da BE.
Os textos deverão ser escritos em TNR, 12, numa pg. A4 e entregues na BE.
A Actividade está divulgada no Blogue da BE, bbteca.blogspot.com e na Página web da Escola.
Esta Actividade pressupõe o dinamismo do Domínio B- MABE (Modelo de Auto-avaliação das Bibliotecas escolares), Leitura e Literacia.

Os Objectivos são os seguintes:
- incentivar o gosto e a prática continuada da Leitura,
- adquirir hábitos de literacia,
- melhorar os resultados escolares,
- autonomia no enriquecimento cultural,
- desenvolver uma eficaz cidadania.



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18/12/2010

FOTOGRAFIA DA SEMANA



Iludamos a razão e a visão.

O que vemos é um edifício - Escola - transformado, através do espelho de água no 'nosso Taj Mahal'. Aqui, também há príncipes de vários nomes que se enamoram de princesas, cruzando-se acidentalmente....

O desfecho das estórias não costuma ser trágico, as princesas não morrem. Podem sucumbir às equações matemáticas, aos contratos de leitura, às reflexões filosóficas, às sinapses neuronais, baralhar toda a História e lugares geográficos; podem não saber dissecar uma râ e ainda não foi encontrada a Pedra Filosofal dos alquimistas. No entanto, este edifício (Taj Mahal Ferreira Dias) representa, para muitos alunos que o frequentam, uma das sete maravilhas do mundo, porque aqui se tornam estudantes-pessoas-estudantes- que iniciam a construção do seu futuro, ode ao Amor de uma existência feliz. Eis aqui o Monumento partilhado por aprendizes e seus mestres, nunca esquecido na vida e futuro, que se constrói em cada dia.

E o mundo interior de cada um jamais pode esquecer.
'Taj Mahal- Ferreira Dias': não é uma lágrima solitária no tempo, mas a alegria imensa de antecipação do futuro.

De todos:
Para todos!


Foto. Osvaldo Castanheira - Texto: Mariados Anjos Fernandes

11/12/2010

FOTOGRAFIA DA SEMANA


Para quem ainda não sabia, o 'Pé de Feijão do João', foi aqui plantado, na Ferreira, e é por estes caminhos e escadas espiraladas que vamos subindo e, quiçá, chegar ao topo e colher os frutos - feijões mágicos que não se comem, mas se consomem sob a forma de saberes múltiplos.

Aprender é subir e descer muitas escadas, muitos degraus que se cruzam.
Subimos aos mistérios dos conhecimentos, que não sabemos e devemos descer das vaidades de tudo saber, até à humildade da consciência de nunca passarmos de aprendizes.

E juntos descemos e subimos.... e subimos e descemos.... e aprendemos....

Foto: Osvaldo Castanheira - Texto: Maria dos Anjos Fernandes

07/12/2010

FOTOGRAFIA da SEMANA

A DANÇA Olhemos a irreverência e admiremos a plasticidade dos movimentos destes jovens que, nesta "nossa" Escola, de seu nome Ferreira Dias, dançaram e encantaram na cerimónia de abertura das Comemorações do Cinquentenário. Belos e jovens, seduzem-nos pela alegria e contagiam-nos como se estivessem a convidar-nos para também festejar e dançar. A nossa homenagem a todos eles. Conseguiram dançar e encantar e, em simultâneo, alegrar os nossos corações que, em imaginação, ganharam pés, corpo e alma de 'Nijinsky's'. Todos, com eles dançámos!

Foto: Osvaldo Castanheira - Texto: Maria dos Anjos Fernandes


30/11/2010

O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO SEM DOR

O Professor de Português, António Pereira, está a realizar um conjunto de Acções de divulgação do Novo Acordo Ortográfico.

Fase 1
a) com folhetos de marketing em relação às principais alterações a afixar em todos os pisos, no placar junto à BE, no pátio dos amendoins e na secretaria;
b) colocação dos folhetos nas mesas da BE e da Sala dos Professores;
c) deslocação a várias salas de aula, a convite dos professores de Português, para apresentar aos alunos, durante um máximo de 15 minutos, um KIT PARA A ACÇÃO, ou seja, informações sobre as principais mudanças e formas práticas de as integrar. Este kit também será apresentado na próxima reunião da Associação de Pais e EE.
Fase 2:
Divulgação a toda comunidade do já referido kit com afixação/distribuição de folhetos e no blogue da BE.
Fase 3:
Concurso sobre as Regras que Mudam , com início apenas na parte final de Janeiro de 2011.
O lançamento deste Concurso, para toda a Comunidade Escolar, em colaboração com a Biblioteca Escolar, está integrado no Domínio da Leitura e Literacia da Informação.
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FEIRA do LIVRO


27/11/2010

FOTOGRAFIA DA SEMANA


DE PARTIDA
Aqui está cada um de nós. A Vida é comparável ao cais de uma qualquer estação aonde chegamos para cumprir um destino e iniciar a viagem. Somos eternos viajantes, sempre a partir e a chegar de nós próprios, para os outros, dos outros para nós. É, é mesmo uma confusão esta viagem, muito pior que a da outra, da mala de cartão, essa tinha destino certo. Mesmo sem o saber foi uma estrela (embora cadente) que brilhou enquanto pôde. Mas nós temos em comum a mala cheia de sonhos, o chegar, ir e vir, chegar e partir, andarilhos errantes. Pensamos que estagnámos no sedentarismo…..

Pura ilusão, continuamos a ser nómadas, à procura de nós mesmos e, quiçá do outro que lá há-de estar, noutro cais à nossa espera.


Foto: Osvaldo Castanheira - Texto: Maria dos Anjos Fernandes

25/11/2010

XVIII Jornadas Pedagógicas de Educação Ambiental



A Associação Portuguesa de Educação Ambiental - ASPEA,
vai promover as suas XVIII Jornadas Pedagógicas de Educação Ambiental,
nos próximos dias 28 a 30 de Janeiro de 2011,
subordinadas ao tema, "Paisagens educativas".
A ASPEA tem procurado a descentralização das suas actividades, realizando este evento em regiões diversificadas do país, de forma a atingir outros públicos e a fomentar a disseminação de um trabalho que julgamos necessário e urgente.

É com este intuito que realizaremos as próximas
Jornadas em Idanha-a-Nova,
nas instalações da Escola Superior de Gestão,
que gentilmente nos deu o seu apoio.
A proposta das XVIII Jornadas de Educação Ambiental
é dar protagonismo à natureza e aos princípios e valores
que devem reger as relações entre os seres humanos
e a restante comunidade de vida, nos diversos espaços naturais e vivenciais.
Participe e ajude-nos a divulgar este evento
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21/11/2010

FOTOGRAFIA DA SEMANA

SEVILHA

Naquele tempo os homens decidiram que agradecer implicava construir igrejas e catedrais. Houve quem se lembrasse de construir templos megalíticos, ainda hoje de significado obscuro, outros construíram pirâmides e até fizeram uma esfinge à qual ‘colaram’ um enigma; este não teve um desfecho muito airoso, mas também não pode ser tudo bonitinho e sem qualquer mistério. Não são estranhas estas torres acopladas num grande edifício – catedral – feitas de pedra? Temos este elemento ( A PEDRA) comum em todas as construções que devem perdurar no tempo. Mas templos para perdurar no tempo, serão para glória dos deuses ou dos homens que os mandaram construir e querem perpetuar a sua vaidade narcísica ao provocarem a nossa admiração?

Foto: Osvado Castanheira - Texto: Maria dos Anjos Fernandes

19/11/2010

SEMANA DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA - 2010








SP Televisão

Realizou-se no dia 18 de Novembro, na nossa Escola, um colóquio promovido pela SP TELEVISÃO (produtora da série "Lua Vermelha", transmitida pela SIC), subordinado ao tema "SUCESSO ESCOLAR". Contou com a presença de elementos da produção e os principais jovens e talentosos actores que narraram, na primeira pessoa, a sua experiência de vida e incentivaram os assistentes a porfiarem os seus objectivoa de sucesso.





15/11/2010

FOTOGRAFIA da SEMANA

Sacré Couer
Todos os corações são sagrados, alguns são apenas músculos que atingem a sacralidade por darem vida a quem os carrega, têm uma sagrada função. Se lhes dá uma birra e param….a vida desaparece mesmo!!!!

Outros são sagrados porque se transmutam na alma e nos afectos do Amor e da Amizade, são abençoados e cumprem sagradas missões. Também podem fazer birras, amuos, parar…e as vidas que tiveram uma existência dourada começam a questionar o tipo de coração ao qual chamaram alma, que lhes calhou.

Mas há corações de pedra!!! Duros, maus, que provocam sofrimento e emoções negativas. A esses não os queremos e até nos afastamos deles. Não obstante, há sempre uma excepção e aqui temos, perante nós, um coração de pedra que, não obstante está e é SAGRADO. Se não, vejamos a multidão que peregrina à procura duma interioridade sagrada através das pedras, que unidas e arrumadinhas se transformaram num lugar simbólico e de culto. Este coração só é sagrado porque é uma convenção, é um ícone, um símbolo belo e explícito que de pedra se fez mas em doçura se transforma para acolher todos os outros corações: os músculos que batem em cada ser e os afectos que nos sustêm. Por isso, abençoemos todos os SACRÉ COUER!

Foto: Osvalco Castanheira - Texto: Maria dos Anjos Fernandes

10/11/2010

E terna Biblioteca



E terna Biblioteca
Realizou-se nos dia 05 e 06 de Novembro de 2010, no Palácio Valenças, Sintra, o E terna Biblioteca; 8º Encontro de Professores e Educadores do Concelho de Sintra sobre Bibliotecas Escolares.

A Professora Bibliotecária da Escola Secundária com 3º ciclo da Escola Secundária de Ferreira Dias esteve presente em representação da Escola e da BE/Equipa e pôde constatar a óptima organização, a boa vontade da Divisão de Educação da C. M. de Sintra e a qualidade das participações, comunicações e oficinas.
Para além das aprendizagens mútuas e partilha de experiências por todos e para todos, salientam-se dois momentos diferentes que rivalizaram na magia: na 6ª feira, dia 5, no cenário fabuloso da Quinta da Regaleira, o lançamento do ‘Livro’ de J. Luís Peixoto e a possibilidade de ouvirmos e falarmos com o autor, na sua comunicação afável, que personalizou para cada um.

Dia 6, Sábado, no final dos trabalhos, ‘foi-nos servido’ um doce chá com estórias de encantar de Matilde Rosa Araújo, por meninos, princesas, fadas, Charlot e outros príncipes. Adoçaram-nos a alma de gestos, de palavras e de mimos.

Obrigada e parabéns a todos.

Texto: Maria dos Anjos Fernandes

07/11/2010

FOTOGRAFIA DA SEMANA


BAILA COMIGO

A menina dança?

Dança comigo, consigo, para si ou para nós?

Quem a criou assim, bailarina solitária, para nos desafiar com a sua arte que, de tanto rodopiar parou? Extática, estátua, pintura, criatura imaginária, para nos fazer sonhar. Então dancemos, bailemos Ravel e o seu Bolero, sem pararmos nós, que a menina já parou. Mas…ai de quem quiser dançar consigo: terá de se encostar apenas à imaginação, aconchegá-la contra o peito e rodopiar pela sala, até os pés lhe doerem de tanto dançar sem sair do mesmo sítio. Porque o sítio é seu e a imaginação é deles: daquele que a fez e daquele que consigo dançou. Os dois são apenas um e esse é cada um dos que consigo quiserem bailar.

A menina dança? Para si? Para nós? Baile, baile comigo….

Foto: Osvaldo Castanheira - Texto: Maria dos Anjos Fernandes