
11/03/2011
02/03/2011
27/02/2011
FOTOGRAFIA DA SEMANA

Quando os deuses construíram o mundo, inventaram umas pedrinhas muito pequeninas a que chamamos ‘areia’, inventaram desertos e praias, inventaram formas estranhas com as quais o vento se vai divertindo, moldando as dunas conforme lhe apraz.
Mas os deuses também inventaram seres animados, diz-se à sua semelhança e, não sendo puros espíritos, têm de ter algo para os albergar.
Façamos apenas uma questão: serão as dunas que estão nuas perante o corpo que as usufrui ou será o corpo que está nu e se deleita nas dunas, imaginando que tiveram a mesma origem, que são almas gémeas e assim devem permanecer?
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19/02/2011
FOTOGRAFIA da SEMANA
Há muito tempo, apareceu na Terra um ser estranho, vindo de uma galáxia distante, que se perdeu na amizade por um menino a quem fez voar numa simples bicicleta. Que se saiba, Júlio Verne nada teve a ver com este fenómeno. Que se saiba, o aviador que encantou um príncipe, possuía apenas um avião que queria consertar, quando se despenhou no deserto. Que se saiba, o Evereste é muito alto para alpinistas de bicicleta sem qualquer acompanhamento ou formação de João Garcia. Que se saiba, o salto não é para o vazio mas, na força de vontade, engenho e arte deste “saltador/saltimbanco ou saltimbanco/salteador”, estarão em simultâneo um ‘allien’ bondoso e divertido, a vontade de saltar mil léguas aéreas, o desenho de uma ovelha num bolso e, se solicitados, os conselhos de João Garcia sobre superar o impossível!Foto: Osvaldo Castanheira - Texto: Maria dos Anjos Fernandes
15/02/2011
DIA dos NAMORADOS
Nunca devemos esquecer que gostamos uns dos outros e, se não gostamos, teremos de aprender a gostar, com os nossos defeitos e algumas virtudes.
Por isso, em jeito de homenagem (meio a brincar, mas de afectos a sério), partilhamos com toda a comunidade educativa os anexos escolhidos e elaborados para enfeitar a vitrina da BE, relativamente a este dia.
Em nome da Equipa da BE. Esperamos que se inspirem....

13/02/2011
FOTOGRAFIA DA SEMANA
As feiras mostram-nos de tudo um pouco, ali estão os vendedores e pregoeiros para nos venderem xailes e copos, cobres e casacos, gravatas e sapatos. Lá vamos nós, quais Fernão Mendes Pinto, peregrinando, procurando a melhor peça e que seja ao melhor preço. Aguardamos que a satisfação do vendedor se pacifique na nossa própria satisfação: uns e outros achamos que fizemos óptimo negócio e ficamos felizes. Que belo fim e que belo final….Mas há feiras onde se encontram artigos muito especiais, com bancas mágicas, saídas de um qualquer Éden iraquiano (consta que o original lá ficava…) em que se oferecem verdadeiras pechinchas.
Fomos a esta feira e, nem mais nem menos, ofereciam-nos um pedaço de céu pintadinho de azul por algum Leonardo e com ilustrações de Paula Rego. Estava tudo encaixadinho numa moldura muito ‘naif’, sem acréscimo de preço. O vendedor apenas queria fazer negócio com a moldura, é que pedaços de céu não se esgotam assim de repente, Leonardo pintor nunca tinha conhecido nenhum e Paula Rego não era nome nem pessoa que lhe sugerisse pinturas estranhas de árvores personificadas em meninas que, transmutadas em Capuchinho Vermelho, nada queriam saber duma avó esfomeada e que morava longe.
Não comprámos a moldura: primeiro olhamos extasiados para o que o espelho reflectia, depois, fomos andando e, de graça, olhamos o céu e as árvores que lá ficaram para as feiras seguintes.
Foto: Osvaldo Castanheira - Texto: Maria dos Anjos Fernandes
11/02/2011
ATREVE-TE A LER
Depois a ida para França, como tantos outros nesse tempo na luta pela sobrevivência, as peripécias, a aventura, os desencontros com Adelaide, também ela emigrante.
Mas, de repente, é já Abril de 1974, é tempo de regresso e de reencontro com um mundo que já não é o mesmo. Agora, a história deixa o tom lento e magoado e acelera, toma um tom de festa.
E entra-se na segunda parte, mais curta, inesperada e desconcertante.
O tema escolhido para este livro é explicado pelo próprio autor: «Existe uma relação pessoal com esse tema, baseada no facto dos meus pais terem emigrado para França e de eu ter crescido com essa mitologia de ouvir falar do que era a emigração e do que tinha sido a experiência deles, sem que eu nunca a tivesse vivido».
E o título?
Quanto ao título, ele é explicado em vários momentos ao longo da obra.
Leia e descubra.
Parabéns à vencedora Ana Brito da Luz
06/02/2011
FOTOGRAFIA DA SEMANA
Presumo que esta quantidade de água é mesmo um lago de há muitos anos; Tiberíades, na Galileia.
Apesar de não haver redes de pesca visíveis, coisa usual naquele tempo, alguns adiantados no tempo já usavam instrumentos modernos para retirar os peixinhos do seu ecológico e natural ambiente.
Mesmo esses foram descuidados ou curiosos.
Ouviram a história de um Homem Especial que por ali andava, procurando pescadores de outros elementos.
Então tiveram uma ideia brilhante: deixaram as canas do futuro que, por acaso, estavam deslocadas no passado, e também eles partiram, em busca de outras pescarias.
Nunca se chegou a saber se houve peixe que acedesse ao isco, ou se as canas cristalizaram e ficaram imóveis para nos lembrar que o tempo do passado se pode repetir no futuro.
O que é certo, é que lá continuam, como memória dos afazeres praticados naquelas bandas.
Os seus donos correram mundo, esqueceram-nas e nas pescarias tiveram outras sortes.
As canas são como a Excalibur. Apenas o Rei Artur a conseguiu retirar da rocha. Estas, das águas também não saem, a não ser que Pedro e Simão ou João ou Tomé, quem sabe Tiago, regressem e as resgatem, mais aos peixinhos que a esta hora talvez tenham ido juntar-se ao Nemo e procurem, procurem....
E nós, só recebemos as estórias e a foto de quem lá esteve e registou, ou não esteve e apenas sonhou.
Sonhemos também. Tudo é real e, quando queremos, o milagre acontece!
Foto: Osvaldo Castanheira - Texto: Maria dos Anjos Fernandes
02/02/2011
"ÚLTIMA" AULA da NOSSA QUERIDA ANA BELA
A 20 de Janeiro, na sala de reuniões da Ferreira Dias, por iniciativa do CLIO, Clube de História e Património e dos professores de História, a professora Ana Bela Castelo, que agora se aposentou ao fim de 38 anos na nossa escola, deu a sua “última lição”, cujo tema foi – “História, Cultura e Arte”.
Antigos e actuais alunos, antigos e actuais professores e antigos alunos hoje professores, seguiram atentos uma palestra onde se ouviu música ( Vivaldi, Mozart, Handael) para ilustrar as fases da Vida e as épocas da História; se aconselharam romances que, recriando personagens e factos históricos, nos fazem “viver” ao ritmo das suas personagens; se viajou pela Arte de Picasso e por espaços de Siza Vieira e Souto Moura, tão diferentes como o podem ser uma Casa de Chá, uma Igreja e um Estádio de Futebol.
Da diversidade de tudo o que foi dito e mostrado, de muitas histórias e memórias, de um enorme orgulho na sua profissão/missão e de uma grande empatia com o seu público – desta vez composto não apenas por jovens - assim se fez uma excelente lição de uma grande professora, que não só encantou como...cantou!
O poema era de Fernando Pessoa e não podia vir mais a propósito – “Tudo vale a pena se a alma não é pequena!”
31/01/2011
BIGODES E CHAPÉUS
No âmbito das comemorações do Centenário da República, o Clio, Clube de História e Património, promove o concurso “Bigodes e Chapéus Republicanos na Ferreira”.
Qualquer aluno, independentemente do seu ano de escolaridade, poderá concorrer, devendo para isso:
• Inscrever-se provisoriamente na Biblioteca da escola, até dia 23 de Fevereiro, indicando em qual das vertente pretende concorrer – Bigode (masculno) ou Chapéu (feminino).
• Confeccionar no material que entender (tecidos, lãs, arame, papel...) um bigode ou um chapéu inspirados nos usados no tempo da 1ª República e apresentá-lo no dia 3 de Março de 2011 em hora e local a determinar, ao júri entretanto constituído e aos restantes elementos da comunidade educativa (desfile de todos os concorrentes).
• O júri será constituído por professores de História e de Artes Visuais e representantes dos alunos e a escolha será feita com base na verosimilhança relativamente à época e na imaginação e capacidade de confecção dos concorrentes.
• O prémio será um Cheque FNAC no valor de 50 euros para cada uma das modalidades – melhor bigode e melhor chapéu.
Mais informações no placard do CLIO, átrio do piso 1.
Mãos à obra – inicia a tua pesquisa e dá asas à imaginação!
29/01/2011
"LUSÍADAS" e "MENSAGEM"
Para quem ainda tem, à flor da pele, a alma portuguesa, estas duas palavras, como títulos, lembram-nos algo grandioso do passado deste povo, que à deriva partiu e novos mundos encontrou.
À primeira vista, parece nada terem em comum um com o outro, nem na cronologia temporal, nem no conteúdo.
No entanto, várias turmas de 12º ano da nossa escola, tiveram o privilégio de ouvir a palestra do Dr. António Carlos Cortez e perceberem a simbiose das obras. Sebastião, ‘o desejado’, é apenas um dos pormenores do livro das ninfas e dos amores, assim como D. Dinis também aparece na Mensagem (Portugal) e deseja um bom futuro, brilhante, pleno de caravelas e naus futuras, que não viu, mas anteviu.
Os alunos escutaram com muita atenção e todos agradecemos a possibilidade de saberes que nos levaram do misticismo bíblico aos conselhos do esforço e trabalho necessários para, de forma científica, haver a capacidade de triunfo no estudo e comentário científico das obras estudadas.
Só podemos, como professores, em nome de toda a escola e dos alunos, agradecer a partilha tão séria, mas comunicada de forma brilhante, que não cansou, mas encantou.
Obrigada Dr. António C. Cortez
FOTOGRAFIA DA SEMANA
O título da foto leva-nos a subverter.
Costumamos dizer que, por vezes, se fala a verdade a mentir.
Neste caso, apresentamos uma mentira, absoluta, e mentimos mesmo…. Deliberadamente.
Mas o trabalho da razão pode ser tão enfadonho que, contrariando o filósofo Descartes, devemos usar e abusar da imaginação.
Não estão lá os marcianos verdinhos? Quem disse? Já olharam bem?
Então, quem manobra a tecnologia amarela? Quem a colocou lá? Quem viajou com ela às costas, sem o peso da gravidade? Quem a abastece de combustível?
Não os vêm, a trabalhar afanosa e meticulosamente, tão bem organizados?
Olhem, olhem, porque eles olham melhor.
Nós só os vemos na imaginação e, de concreto, temos o testemunho do desbaste de tanta pedra!
Mas eles observam-nos através do seu olhar ciclópico e perscrutam-nos os pensamentos mais profundos e arrecadados. Nada lhes escapa!
Eles lá….
Nós cá….
A razão nos terráqueos…
A ilusão nos marcianos…
A imaginação na Via Láctea….
Agradeçamos ao Universo!
Foto: Osvaldo Castanheira - Texto: Maria dos Anjos Fernandes
24/01/2011
FOTOGRAFIA da SEMANA
Que seria do alfaiate se não fosse a Virgem?
Que seria de um candeeiro, sem o outro candeeiro?
Que seria do esquadro se não fossem os moldes?
Que seria da tesoura se não fossem os tecidos?
Que seria da máquina se não fosse a fita métrica?
Que seria do quartinho branco se não fossem os fatos negros?
Que seria da parede se não fosse o espelho?
Que seria do espelho se não fosses tu?
Foto: Osvaldo Castanhareira - Texto: Maria dos Anjos Fernandes
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21/01/2011
Aromaterapia e a Memória Declarativa

- Qual a Relação entre a Aromaterapia e a Memória Declarativa?
A aromaterapia é considerada uma terapia alternativa ou complementar, embora seja um tratamento bastante antigo, que surgiu da fitoterapia (prática terapeuta baseada em preparados derivados de plantas). Aromaterapia é, tal como o próprio nome indica, uma terapia baseada em aromas – óleos extremamente concentrados, extraídos de flores, raízes, folhas, sementes, ervas, madeira e resinas. Esses extractos, chamados essências ou óleos essenciais, contêm as substâncias que dão perfume às plantas, sendo que o seu odor é a característica potencializada. São utilizados na prevenção e no tratamento de doenças físicas e psicológicas.
No entanto, a Aromaterapia deve ser sempre empregue com cautela e de preferência, guiada por um profissional especializado, que saberá verificar as contra-indicações, além de dosagens indicadas e formas de uso.
A memória surge como um processo de retenção de informações no qual experiências, vivências e conhecimento são arquivados e recuperados quando são necessárias. É uma função cerebral superior relacionada com o arquivo de informações obtidas em experiências vividas e conhecimentos adquiridos.
O termo memória tem sua origem semântica no latim e significa a faculdade de reter e/ou readquirir ideias, imagens, expressões e conhecimentos adquiridos anteriormente.
A memória é uma faculdade cognitiva extremamente importante, dado que forma a base que possibilita a aprendizagem. Se esta base não existisse, não teríamos forma de tirar proveito da experiência passada.
Assim, aprendizagem e a memória são o suporte para todo o nosso conhecimento, assim como habilidades e planeamento, possibilitando a recordação do passado, a vivência do presente e a previsão do futuro.
Se quer saber mais sobre este projecto, sobre os elementos constituem o grupo SNIFF ou sobre a ESFD, visite-nos clicando no nosso logótipo, no fim da barra lateral.
19/01/2011
17/01/2011
FOTOGRAFIA da SEMANA
E ali estou eu, estás tu e toda a gente a olhar a outra margem, para a qual as aéreas passagens, neste momento, de nada nos servem. Também não as quero, não as queres. Desejo, desejas apenas ser água, fundir-me, fundires-te com o rio. Rio que também leva algumas mágoas.Ai as mágoas que não nos lavam nem nos levam!
As pontes desafiam a água que desafia as pontes pelas quais passa irrepetidamente.
Eu, tu e toda a gente, estamos ali, fazemos parte das pontes, do rio, da água que purifica , regenera e dá a vida ou a morte.
Foto: Osvaldo Castanheira - Texto: Maria dos Anjos Fernandes
12/01/2011
FOTOGRAFIA da SEMANA

Se o arco-íris se materializasse, poucas cores faltariam para que o nosso olhar levasse à imaginação aquilo que lá deve estar sempre: o sonho.
O azul do céu, mesclado de algodão doce apetece tocar e saborear.
Na terra, de verde vestida, apetece colocar o corpo e todos os sentidos.
Apetece deixar a brisa acariciar o rosto e aproveitar os sentidos para sentir, ver, cheirar, tocar.
Deixar seguir os que na ponte passam de forma tão aerodinâmica e colorida, que nos saúdam, sem pressa de chegar, tal como não temos pressa de partir, quiçá eufóricos de tanto pedalar.
E nós pensamos: ‘há terra e ar’.
Depois… ali ficar!
Foto: Osvaldo Castanheira Texto: Maria dos Anjos Fernandes
07/01/2011
ATREVE-TE A LER!

"ATREVE-TE A LER!" implica, em cada mês, a leitura reflexiva de uma Obra proposta pela BE.
A melhor apreciação crítica/crónica sobre a Obra será premiada e postada no Blogue da BE.
Os textos deverão ser escritos em TNR, 12, numa pg. A4 e entregues na BE.
A Actividade está divulgada no Blogue da BE, bbteca.blogspot.com e na Página web da Escola.
Esta Actividade pressupõe o dinamismo do Domínio B- MABE (Modelo de Auto-avaliação das Bibliotecas escolares), Leitura e Literacia.
Os Objectivos são os seguintes:
- incentivar o gosto e a prática continuada da Leitura,
- adquirir hábitos de literacia,
- melhorar os resultados escolares,
- autonomia no enriquecimento cultural,
- desenvolver uma eficaz cidadania.
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06/01/2011
18/12/2010
FOTOGRAFIA DA SEMANA
O desfecho das estórias não costuma ser trágico, as princesas não morrem. Podem sucumbir às equações matemáticas, aos contratos de leitura, às reflexões filosóficas, às sinapses neuronais, baralhar toda a História e lugares geográficos; podem não saber dissecar uma râ e ainda não foi encontrada a Pedra Filosofal dos alquimistas. No entanto, este edifício (Taj Mahal Ferreira Dias) representa, para muitos alunos que o frequentam, uma das sete maravilhas do mundo, porque aqui se tornam estudantes-pessoas-estudantes- que iniciam a construção do seu futuro, ode ao Amor de uma existência feliz. Eis aqui o Monumento partilhado por aprendizes e seus mestres, nunca esquecido na vida e futuro, que se constrói em cada dia.
E o mundo interior de cada um jamais pode esquecer.
'Taj Mahal- Ferreira Dias': não é uma lágrima solitária no tempo, mas a alegria imensa de antecipação do futuro.
Para todos!
11/12/2010
FOTOGRAFIA DA SEMANA
Subimos aos mistérios dos conhecimentos, que não sabemos e devemos descer das vaidades de tudo saber, até à humildade da consciência de nunca passarmos de aprendizes.
E juntos descemos e subimos.... e subimos e descemos.... e aprendemos....
07/12/2010
FOTOGRAFIA da SEMANA
A DANÇA Olhemos a irreverência e admiremos a plasticidade dos movimentos destes jovens que, nesta "nossa" Escola, de seu nome Ferreira Dias, dançaram e encantaram na cerimónia de abertura das Comemorações do Cinquentenário. Belos e jovens, seduzem-nos pela alegria e contagiam-nos como se estivessem a convidar-nos para também festejar e dançar. A nossa homenagem a todos eles. Conseguiram dançar e encantar e, em simultâneo, alegrar os nossos corações que, em imaginação, ganharam pés, corpo e alma de 'Nijinsky's'. Todos, com eles dançámos! 30/11/2010
O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO SEM DOR
Fase 1
a) com folhetos de marketing em relação às principais alterações a afixar em todos os pisos, no placar junto à BE, no pátio dos amendoins e na secretaria;
b) colocação dos folhetos nas mesas da BE e da Sala dos Professores;
c) deslocação a várias salas de aula, a convite dos professores de Português, para apresentar aos alunos, durante um máximo de 15 minutos, um KIT PARA A ACÇÃO, ou seja, informações sobre as principais mudanças e formas práticas de as integrar. Este kit também será apresentado na próxima reunião da Associação de Pais e EE.
Fase 2:
Divulgação a toda comunidade do já referido kit com afixação/distribuição de folhetos e no blogue da BE.
Fase 3:
Concurso sobre as Regras que Mudam , com início apenas na parte final de Janeiro de 2011.
27/11/2010
FOTOGRAFIA DA SEMANA
Foto: Osvaldo Castanheira - Texto: Maria dos Anjos Fernandes
25/11/2010
XVIII Jornadas Pedagógicas de Educação Ambiental
É com este intuito que realizaremos as próximas
A proposta das XVIII Jornadas de Educação Ambiental
21/11/2010
FOTOGRAFIA DA SEMANA
Naquele tempo os homens decidiram que agradecer implicava construir igrejas e catedrais. Houve quem se lembrasse de construir templos megalíticos, ainda hoje de significado obscuro, outros construíram pirâmides e até fizeram uma esfinge à qual ‘colaram’ um enigma; este não teve um desfecho muito airoso, mas também não pode ser tudo bonitinho e sem qualquer mistério. Não são estranhas estas torres acopladas num grande edifício – catedral – feitas de pedra? Temos este elemento ( A PEDRA) comum em todas as construções que devem perdurar no tempo. Mas templos para perdurar no tempo, serão para glória dos deuses ou dos homens que os mandaram construir e querem perpetuar a sua vaidade narcísica ao provocarem a nossa admiração?
Foto: Osvado Castanheira - Texto: Maria dos Anjos Fernandes

























