03/03/2013
19/02/2013
Semana da Leitura 2013
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Bibliotecas Escolares,
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Semana da Leitura
Continuamos a publicação de pequenas reportagens.
Desta vez, "Memórias de Leituras".
12/02/2013
11/02/2013
05/02/2013
VER e ESCREVER
Memórias antigas chegam até nós para nos lembrarem que o
Mundo, nos seus primórdios, não passava de um lodaçal. Para os lados de Belém
(Portugal, não a natal do rei David ou de Jesus Cristo) onde o rio vai beijando
a terra, este lodaçal era tão profano que parecia afogar-se no mar, ilha
flutuante de pouco préstimo, nem sequer para os mitos contados da criação!
Como do futuro ainda não tinham chegado memórias de quaisquer
Avatar, o lodaçal para ali ficou, pantanoso. Mas o sítio era bom, lá isso era
e, algum dia, havia de ter préstimo!
Num outro tempo, anterior à homenagem que Torre havia de ser,
um príncipe e outros génios humanos, ambiciosos e visionários, lunáticos,
sonharam com o que estava para lá da linha do horizonte, o infinito invisível a
olhos só de olhar.
E nem céus com nevoeiro ou mares desconhecidos e por monstros
habitados, demoveram vontades, curiosidades ou teimosias!
E então fez-se lei e ordem, éditos, inventaram-se "invenções" de muito préstimo, vieram escravos, ciganos e demais corporações.
Naus e caravelas, espaços e estradas marítimas se fizeram, em
tempos de sonho que passaram a ser o eterno Agora na Saga portuguesa - ‘Giesta’
dos Descobrimentos (ou Achamentos?). Mas o homem não é só feito de sonhos e
memórias passadas, lembrou-se que havia de preservá-las para que se tornassem
eternamente presentes e revividas em símbolos de contar (Lusíadas) ou de
agradecer (Torre de S. Vicente de Belém). E um agradecimento foi erguido para
relembrar a todos os que futuramente para ela (Torre) olhassem, que os tempos
do sonho não residem unicamente num passado longínquo, mas também num eterno
agora.
Que o digam estes jovens, encostados à fantasia de poderem
sentir em cada batimento do coração, a emoção dos que foram e voltaram e dos
que ainda por lá ficaram e por lá estão!
Foto: Osvaldo Castanheira
Texto: Maria dos Anjos Fernandes
04/02/2013
25/01/2013
22/01/2013
20/01/2013
BULLYING
Decorreu no passado dia 16 de janeiro, sob a orientação da Drª Nazaré Barros uma palestra/debate sobre Bullying.
| http://www.youtube.com/watch?v=OWjOxOGcZP |
08/01/2013
VER e ESCREVER
Tal como está o mundo, não nos atrevemos sequer a duvidar de
que tudo pode acontecer. Por isso o que é, pode não ser!
Há uma ponte invisível entre aparência e realidade, entre o
que vemos e julgamos existir e tudo aquilo que a nossa mente constrói a partir
de uma ordem caótica!
O céu ainda não caiu, mas está suspenso, prontinho a
soltar-se e esmagar estes três estrategas do (des)equilíbrio. Mas de que mundos
vieram estes entes? Por que fazem acrobacias circenses ou pacificadoras
reflexões de yoga?
Estarão mesmo ali, no espaço relvado em que os vemos ou
estarão por detrás dos muros, fingindo habilidades para impressionarem apenas
as paredes?
E estas paredes que casas de estórias parecem sustentar, não
serão também paredes andantes ou voláteis, nas memoráveis e geniais
monstruosidades de artista portuguesa?
“Artista”?!!! Imagem de cinema mudo, com ascensão e queda tão
rápidas como o foi a corrida do cãozinho para salvar do fogo o Artista-dono, a
quem só o Amor real que ‘arde sem se
ver’ conseguiu reanimar!
Artes várias imaginamos ao olharmos o que parece ser. E vamos
percorrendo a ponte, não com o nosso andar, mas com o ver, o olhar, o imaginar.
Não serão as paredes que nos param, não será porque o céu nos ameaça que
desistimos de construir estórias (tal como ‘Ela’ não desiste de as dizer,
pintando…) para o caos que nos organiza. Porque é no caos que está o labirinto
da existência, porque é no desequilíbrio que estrategicamente nos movemos e
aprendemos a existir e a resistir.
Porque, mesmo na
insólita ou necessária diferença entre a aparência e a realidade:
A relva é verde?
E o céu é azul?
Serão ou não, mas os muros não param sonhos!Foto: Osvaldo Castanheira
Texto: Maria dos Anjos Fernandes
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