17/05/2013

MOSTRA dos CURSOS PROFISSIONAIS do CONCELHO de SINTRA

































A Estátua e a Pedra


A Estátua e a Pedra de José Saramago: um livro imperdível
 A Estátua e a Pedra, texto da conferência proferida por José Saramago, na Universidade de Turim, em maio de 1997, explica o percurso literário de quem não pretendeu fazer Literatura, mas, sim, fazer da Literatura Vida, nas próprias palavras do Autor.
A obra, irrepreensivelmente preparada pelos falecidos Professores Luciana Stegagno Picchio e Pablo Luís Ávila, e editada pela Fundação José Saramago, em edição bilingue Português Espanhol, apresenta Prefácio do Professor Giancarlo Depretis, da universidade de Turim, e Posfácio de Fernando Gomes Aguilera.
Não sendo assumido como um texto teórico sobre Literatura, A estátua e a Pedra explica o percurso mental e a criação consequente de Saramago, que revela processos cognitivos e objetivos definidos e claros sobre as funções desempenhadas pela Literatura.
A Estátua e a Pedra é uma obra indispensável a todos os leitores das obras de José Saramago.
Por prazer, para deleite, investigação e ensino, o discurso assertivo e simpático do Autor ilumina os recantos das interrogações que sempre se põem quando o procuramos encontrar nas suas criações. Excelente.

17 de maio 2013
Isabel Castilho

14/05/2013

MARATONA da LEITURA

Decorreu, no passado dia 7 de maio, a II Maratona da Leitura, promovida pelo clube de leitura "Ler Para Quê?", em colaboração com a Biblioteca Escolar e com a participação de sete turmas dis ensinos básico e secundário.







08/05/2013

VER e ESCREVER



Quando L3 e K4, a bordo da nave interestelar OMNIX, entraram na atmosfera terrestre, todos os sensores programados para detetar ‘O Belo’, começaram a piscar, quase entrando em colapso! Os dois tripulantes, atónitos, concentraram os seus índices de partículas interpretativas do insólito no frenesim interativo das máquinas!
Alteraram a velocidade da OMNIX para a função ‘pairar e observar’ e, contemplaram, sem a comunicação telepática das partículas socializantes. Cada um por si!
O que se lhes deparava era muito mais do que esperavam encontrar na galáxia visitada, no pequenino ponto azul, tão longe do seu espaço, quase para lá do Espaço!
Por nada semalhante haviam passado. Mas, não sabemos porquê, conseguiram decifrar os parâmetros dos sensores. O Belo estava por todo o lado, nas nuvens brancas a bordarem aquele azul, na energia multicor das ondas, no pequenino reino encantado suspenso em cascata.
Não tinham bocas para palavras, não tinham olhos para olhar, vinham de um futuro muito distante numa nave tão sofisticada que ninguém a via.
As máquinas não humanas que os alertaram e tudo registaram, cristalizaram pela deteção da beleza.
E em L3 e K4 surgiu uma capacidade estranha: as suas partículas enterneceram!

Foto: Professor Osvaldo Castanheira
Texto: Professora Maria dos Anjos Fernandes

03/05/2013

MÃE

HOMENAGEM À MÃE


ESCRITORES DE MAIO










FRASE DE MAIO


IMAGEM DE MAIO


ATREVE-TE A LER


25 de ABRIL

SEMPRE!

03/04/2013

VER e ESCREVER


Era uma vez uma estória que continua a ser, em que uma menina soube que Deus descansou ao sétimo dia da criação do mundo! Mesmo sem entender muito de Deus, o Não-humano, a estória e respetiva explicação estava aceite para se maravilhar com o que tinha ficado do trabalho dos seis dias anteriores. Na impossibilidade de repetição, o mistério ganha mais consistência quando a perfeição entra pelos olhos dentro e chega, de mansinho, ao coração.
A menina, todas as meninas e meninos, vão pensando na capacidade de imitação para que a inteligência cumpra funções inteligentes e a humanização se exceda em inventar, construir, ‘criar’ sem descanso, numa fração de tempo que ainda, e sempre, será o dia do recostar divino.
Aí está o paradigma da generosidade. Nesta estória, a menina foi pensando que, quem sabe fazer paraísos (olhemos o céu e as nuvens que nele se passeiam e não caem… chegam ou partem com gotinhas para refrescar e lavar o mundo que nenhum guarda chuva tapa na totalidade…), sabe também a superlativa abnegação e a importância de dar a oportunidade ao outro, espelho de nós mesmos. Oh suprema e inimaginável contradição!!! Afinal será o Homem apenas semelhante a Deus – Criador, ou será também o espelho que Deus escolheu para se Re - Ver e contemplar-Se a Si e à Sua obra? Olhemos a ponte a unir duas margens, vejamos as janelas iluminadas por uma luz inventada ou descoberta. Deus e o Homem, o Outro para o outro, para que a diferença mantenha a Identidade de cada um. A menina, muitos outros que sabem a estória, continuam a pensar que talvez Deus tenha decidido descansar e assim permaneça para deixar que o Homem – Criatura possa ser também criador e a beleza não desapareça. 

Foto: Osvaldo Castanheira
Texto: Maria dos Anjos Fernandes