Um trabalho de interpretação icónica de um poema de autor contemporâneo, Sophia de M. Breyner. O Grupo, do 10ºL2, tem os seguintes elementos: Inês Lemos nº17, Mariana Esteves nº23, Nídia Ferreira nº25, Ricardo Mota nº26, Rute Fonseca nº28.
21/05/2013
Um trabalho de interpretação icónica de um poema de autor contemporâneo
Um trabalho de interpretação icónica de um poema de autor contemporâneo, Sophia de M. Breyner. O Grupo, do 10ºL2, tem os seguintes elementos: Inês Lemos nº17, Mariana Esteves nº23, Nídia Ferreira nº25, Ricardo Mota nº26, Rute Fonseca nº28.
Comentário crítico ao conto Electrodependência, de Ana C. Nunes, in Lisboa no Ano 2000, organização de João Barreiros.
Comentário crítico
ao conto Electrodependência, de Ana
C. Nunes, in Lisboa no Ano 2000, organização de João Barreiros.
O conto Electrodependência, de Ana C. Nunes,
transporta o leitor a um futuro imaginável, devido a traços de verosimilhança
com a Lisboa de 2013 e é, simultaneamente, futurista e inovador.
O conto Electrodependência, de Ana C. Nunes, aborda o possível futuro de
Lisboa, onde coexistem classes e grupos sociais distintos: alcoviteiras,
bêbedos, prostitutas, mendigos, um conde e uma condessa, e os seus amigos
ricos. Os electrokinéticos controlam e traficam os Elec, e são perseguidos pelo
Serviço de Contenção dos Electrokinéticos ( S.C.E.)
A Lisboa das sete colinas é um cenário de ruas
escuras e sujas onde circulam os carros dos pobres, de becos sem saída e do
castelo de S. Jorge, de dirigíveis pelo ar, carris suspensos, carruagens
particulares, prédios altos e curvados.
Electrodependência é um conto intrigante, que cria um universo
seminovo. É uma leitura aconselhável, acessível, breve e pedagógica. Merece
pequenos retoques de revisão.
Comentário crítico ao conto Electrodependência, de Ana C. Nunes, in Lisboa no Ano 2000, organização
de João Barreiros, pelos Alunos da Turma C2 do 10º Ano, da Escola Secundária
com 3º Ciclo de Ferreira Dias, no Cacém.
(Secretário: Fábio Henriques)
17/05/2013
A Estátua e a Pedra
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A Estátua e a Pedra de José Saramago: um livro imperdível
A Estátua e a Pedra, texto da
conferência proferida por José Saramago, na Universidade de Turim, em maio de
1997, explica o percurso literário de quem não pretendeu fazer Literatura, mas,
sim, fazer da Literatura Vida, nas próprias palavras do Autor.
A obra, irrepreensivelmente
preparada pelos falecidos Professores Luciana Stegagno Picchio e Pablo Luís
Ávila, e editada pela Fundação José Saramago, em edição bilingue Português
Espanhol, apresenta Prefácio do Professor Giancarlo Depretis, da universidade
de Turim, e Posfácio de Fernando Gomes Aguilera.
Não sendo assumido como um
texto teórico sobre Literatura, A estátua e a Pedra explica o percurso
mental e a criação consequente de Saramago, que revela processos cognitivos e
objetivos definidos e claros sobre as funções desempenhadas pela Literatura.
A Estátua e a Pedra é uma obra indispensável a todos os leitores das
obras de José Saramago.
Por prazer, para deleite,
investigação e ensino, o discurso assertivo e simpático do Autor ilumina os
recantos das interrogações que sempre se põem quando o procuramos encontrar nas
suas criações. Excelente.
17 de maio 2013
Isabel Castilho
14/05/2013
MARATONA da LEITURA
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Decorreu, no passado dia 7 de maio, a II Maratona da Leitura, promovida pelo clube de leitura "Ler Para Quê?", em colaboração com a Biblioteca Escolar e com a participação de sete turmas dis ensinos básico e secundário.
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