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21/04/2016

25 de ABRIL

RELEMBRAR ABRIL NA BIBLIOTECA ESCOLAR

(...)
Foi então que Abril abriu
as portas da claridade
e a nossa gente invadiu
a sua própria cidade.
Disse a primeira palavra
na madrugada serena
um poeta que cantava
o povo é quem mais ordena.
(...)

Ary dos Santos, in  As Portas que Abril Abriu.
















28/04/2015

41 ANOS DE ABRIL


        OS 41 ANOS DE ABRIL, NA E.S. FERREIRA DIAS

Na Escola Secundária Ferreira Dias, comemoramos ABRIL.
Foi lembrada a conquista da liberdade, a revolução, os cravos, os capitães e a queda do regime fascista, o fim da censura e a alegria de um povo.
As professoras de História, Paula Cortes e Sónia Araújo, motivaram os alunos das turmas de 9º ano, para a realização de entrevistas sob o mote ”Onde estava no 25 de Abril?”. Os resultados dos trabalhos, colados em cravos, estão expostos em toda a Escola. Na Biblioteca Escolar, os alunos construíram cravos em Origami com a colaboração da professora Ana Lourenço e cumpriram a atividade “Um Cravo, Uma Frase”. Com músicas de ABRIL em fundo, foram construídas exposições na BE, corredores e átrios principais da Escola.
Também o CLIO assinalou a efeméride, com notícias alusivas às conquistas de ABRIL.
Salienta-se a motivação e o empenho dos alunos, o trabalho das professoras e a excelência dos trabalhos, construídos e divulgados a toda a comunidade escolar.

Partilhámos, em fotos, alguns momentos deste ‘nosso’ ABRIL.














13/04/2014

PALAVRAS DE ABRIL

PALAVRAS DABRIL

A Biblioteca Escolar assinala e lembra os 40 anos do 25 de Abril com uma exposição referente a palavras que marcaram o renascer de um País.
Convida-se toda a Comunidade Educativa a visitar a exposição, que emoldura a entrada da BE.

Eu (todos nós) Sou (Somos) Português Aqui.












Em nome da equipa da BE, votos de Boa Páscoa.

28/04/2012

FOTOGRAFIA da SEMANA



…Mesmo sem Dali, ainda temos as memórias que persistem…

Escrevi e assim pensei, sobre a foto icónica dos símbolos de um País pobre e longínquo.

Mas a frase pode servir de ligação para outras recordações que também devem persistir. Estas, de abril florido em cravos que transformaram uma revolução num dia de poesia. Parecem tão longe os tempos, parecem tão inúteis as intenções de liberdade, quanto nos parece difícil e anacrónico este cravo florir de uma terra de papel, no claro desespero de rasgar a metálica folha que o preserva do ‘non sense’ sem o oxidar.

Quando os caminhos dos militares, Salgueiros e tantos Maias (…‘Somos Todos Capitães…’) se cruzaram com o povo que cantava em toda e qualquer Vila Morena e Depois do Adeus se trauteavam corridas em sorrisos empoleiradas, então foi a vez dos meninos se tornarem gigantes, chegarem com cravos arrebatados em rossios e praças, molhos e molhos de revoluções fazerem, daqui e dali…

E, mesmo sem Dali, mas aqui, temos de ter memórias que persistem, memórias que resistem…

Foto: Osvaldo Castanheira
Texto: Maria dos Anjos Fernandes

Postado por Carlos Cotter