Mostrar mensagens com a etiqueta Leituras. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Leituras. Mostrar todas as mensagens

22/11/2016

SEMANA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA

SEMANA DA CIÊNCIA & TECNOLOGIA 2016
21 de novembro


Os temas científicos de hoje foram: “Fotossíntese”, “ A Ciência também Voa”, “Probabilidades e Estatística”.
A Biblioteca Escolar participa, uma vez mais, nas Atividades da Semana, com a promoção das Literacias, do Livro e da Leitura.
Na rubrica ‘LITERATURA E CIÊNCIA’, em que aliam os temas das Sessões a textos de literatura, de autores portugueses cujas obras fazem parte do acervo da Biblioteca Escolar, foram lidos excertos das seguintes obras:
Miguel Torga, Contos da Montanha, Coimbra, pp 173-174 (A Vindima); Nuno Júdice, A matéria do poema, D. Quixote, p 21 (Ave Presa); Manuel Alegre, Doze Naus, D. Quixote, p 23 (Breve Canção do Vento Oeste).
Os textos são lidos, por alunos, no início de cada Sessão e oferecidos aos palestrantes.



A Professora Bibliotecária
















25/02/2016

Outro dia de SEMANA DA LEITURA 2016

Semana da Leitura 2016
25 de fevereiro
Penúltimo dia da Semana da Leitura.
A leitura foi celebrada em língua estrangeira.
Alunos leram textos nas línguas aprendidas na escola. Espanhol, Francês, Inglês.
Participaram, de forma voluntária, os alunos do ensino básico. A Biblioteca Escolar, mais uma vez, ficou plena de alunos, que assistiam ao desempenho dos colegas. Professores e Encarregados de Educação também estiveram presentes.
Elos de leitura(s) partilhados, com qualidade a assinalar, sobretudo por que as capacidades se revelaram eficazes na ausência da língua materna.
Depois, alunos do 11º ano fizeram leituras encenadas de autores portugueses, à descoberta das características das personagens misteriosas n’Os Maias. A partir de textos e poesias, toda a assistência foi convidada a adivinhar ‘Quem é Quem?’ na obra de Eça.
Também querem adivinhar?
Quem é Quem?
‘Sou uma linda criança e não sou nada mimado, tenho os olhos da família e o cabelo
encaracolado…’
Salienta-se o empenho de alunos e professores.
Regista-se a participação da Professora Cesaltina Julião, subdirectora da Escola, como membro do Júri no Concurso de Leitura em Língua Estrangeira.

































A Professora Bibliotecária regista e agradece o empenho e a participação de todos.

07/02/2014

VER E ESCREVER

A ler ou apenas a ver, estes jovens parecem felizes com a contemplação dos olhos e da alma. Podemos fazer o exercício simples de imaginar palavras de ‘Esses’, a condizer com o boné e que ilustrem a fotografia: super, sempre, simpatia, sinceridade, silêncio, satisfação, simples, solidariedade, simplesmente, sonhos, sorrisos.
Não sabemos se houve premeditação nesta atividade para aprender o bem-estar, para treinar o caminho da  partilha, para ajudar a ver ou a ler.
Não sabemos.
Não sabemos o conteúdo do livro (?) que seguram.
Vemos dois jovens diferentes e iguais nas mãos que têm, com as quais seguram o momento ímpar da ternura interpares.
Mas o que vemos é suficiente para abrir o céu e lá colocarmos uma estrela que sempre os ilumine.
  
Foto: Prof. Osvaldo Castanheira

Texto: Maria dos Anjos Fernandes

07/01/2014

VER E ESCREVER

Muito pequenina é a palavra ‘Paz’ que nos dizem para comemorar a partir do início de janeiro.
Maior é o significado que anda nas bocas do mundo, apregoado com mais ou menos ênfase, conforme os pregoeiros ou as audiências. Dentro de nós, primeiros guerreiros de nossos pensamentos é onde se travam os maiores combates. No silêncio, em tanto silêncio de nós, vamos conquistando os cumes da vida. E pensamos. E, tantas vezes, quisemos e queremos mudar o mundo. Hercúlea tarefa. Gigantesco combate.
Tal como este ‘desenhador’, inventamos rodas imaginárias, como amuletos de caminhada.
E precisamos de palavras. Palavras vertidas para algum suporte em que se desenhem, se escrevam. Precisamos de alguém que diga, de alguém que lei, de alguém que ouça, de alguém que veja. Que nos veja. Que nos escute. Que leia. Que interrogue. Que pense. Que pacifique. Precisamos de gruas que nos sustenham. Precisamos de muitos canhões a disparar palavras. Precisamos de amor. Precisamos de desentorpecer. Precisamos de memórias. Precisamos de falar, de contar. Precisamos de lembrar. Precisamos de lápis para escrever e coragem para os disparar com todas as palavras.
Precisamos de paz.
Precisamos de amigos.
Precisamos de flores.


Foto: Prof. Osvaldo Castanheira
Texto: Maria dos Anjos Fernandes

18/11/2013

VER E ESCREVER DE NOVEMBRO

Se tiveres olhos, vê; se puderes ver, repara.’
Pois então, sigamos o conselho do Livro dos Livros!
E é neste exercício do ver e reparar que nos envolvemos
Nas cores que um dia nos vestiram e exibiram a esperança de encontrar o Wally no meio da barafunda. Aqui, o desafio é encontrar a lâmpada descendo do espaço mas, para iluminar o quê? Na postura solitária de quem espera por pais e meninos e vender tantos fatinhos, vamos supondo o que faria Walt Disney perante tamanha concentração de desenhos seus e sonhos de todos nós.
Só lhes falta falar (!!!!) diria um outro artista, a uma outra obra, personagem mais sagrada e em mármore esculpida.
Nesse tempo, naquele tempo, in illo tempore, ou neste tempo, quem não se quedaria a olhar, ver e reparar em quem tudo faz, fazendo nada?
Olhemos, reparemos…

Foto: Osvaldo Castanheira
Texto: Maria dos Anjos Fernandes

15/10/2013

VER E ESCREVER


ícones culturais que não precisam de palavras significantes para expressarem o significado, mesmo sem a semiótica Saussurriana.
Aqui está representada uma tumba e convém não nos desagradarmos muito por quem debaixo dela mora agora.
Até porque, com o exemplo dos outros, que foram passado e só memória são, vamos antevendo o nosso, talvez sem passado de remonta e falida memória. Mas ainda cá estamos!
Sinais dos tempos. As urbes artificiais desapareceram, e não restou alternativa ao engenho e arte de procurar o deserto para depositar os que já não têm préstimo. Restou um sinal muito ténue de humanidade (humanista?), preservando o que já não vive, de coiotes e outros animais de rapina. Porque desses, há agora muitos….
No entanto, não pensem que podem escapar à mentira humana. Será aquilo um cenário hollyoodesco? Será mesmo uma lápide em homenagem a alguém sem nome?
E se for o esconderijo para um psicopata manter em ‘vida artificial’ as suas vítimas? Andará Haniball à procura de Clarice?
Não se deixem enganar, quando prestam homenagem ao Soldado Desconhecido, há uma lamparina e marchas e homens hirtos que nos olham fartos de ali estar (cá fora, entenda-se…).
Consta que Jesus, quando estava aborrecido dos homens ia até ao deserto. Orava, pensava, com certeza.
Consta que I. Kant quis ter em si a Lei Moral e, por cima de si, o céu estrelado.
O céu aqui está, não se vêm estrelas, mas para que queremos a imaginação?


Foto: Prof. Osvaldo Castanheira
Texto: Maria dos Anjos Fernandes

08/10/2012

VER e ESCREVER


Há horizontes de olhar que são assim: reais e possíveis na realidade de ver, mas que parecem ideais onde deambula o sonambulismo no despertar funcional do sonho.

O cavalinho, por ser de pau, não cavalga as planícies; o menino, de infância estática, não tem esporas que incentivem o seu transporte e o movam nem da terra, nem do sonho.

Só nós, que olhamos como donos da imagem, podemos ter a veleidade de lhes traçar caminhos/rotas em mar de deserto, de estepes, de pradarias ou até no ‘Crescente Fértil’…fértil de colheitas históricas de passados impossíveis ou de cenários possíveis mas improváveis.

Na natureza de duplicidade claro (que brilha como se ouro fosse…)/escuro (sem brilho e que pode refrescar…)fica perdido o nosso olhar ou a vontade de naquele cavalinho cavalgar. Para sermos de eterna infância, para sermos de eternidade, para estarmos onde o sol ofusca sem queimar, para sermos alma ou espírito que voa e busca, para desorganizarmos tudo e sermos rio/destino/foz.

Ah, se este cavalinho fosse uma bicicleta….
Ah, se este menino estático tivesse um amigo…
Ah, se Spielberg os visse ou imaginasse…

Foto de Osvaldo Castanheira
Texto de Maria dos Anjos Fernandes

12/04/2012

Trabalho do 7º ano, turma B

Da autoria das alunas Beatriz Amaro, Mafalda Pereira e Maria João, sobre a obra de Luís Sepúlveda, "História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar".












































Postado por Carlos Cotter

31/01/2012

PROGRAMA da SEMANA da LEITURA








Durante toda a semana:
        --- exposição de trabalhos sobre a obra “O Principezinho”, elaborados por alunos do 9º ano da Profª Antónia Palmeiro na BE;
        --- exposição de trabalhos de  alunos do 3º Ciclo  das professoras Isabel Vieira e Margarida Costa no Átrio Principal.






Produzido e postado por Carlos Cotter