29/03/2017

O FEITIÇO DO AMOR

SEMANA DA LEITURA 2017

TEXTO VENCEDOR DA ATIVIDADE ‘OFICINA DE ESCRITA CRIATIVA’- 7ºD

O FEITIÇO DO AMOR
No tempo em que as bruxas ainda andavam de vassoura, num país distante, vivia uma velhinha. Um certo dia esfomeada, deparou-se com um bosque e reparou numa maçã brilhante. Resolveu apanhá-la e comê-la para poder matar a fome. Ao comer a maçã notou diferenças no seu corpo e foi diretamente para casa. Deparou-se com uma pessoa nova e bela no espelho. Ficou admirada e entusiasmada, porque finalmente vai poder realizar o seu sonho: conhecer o amor da sua vida! 
Passados uns dias viajou até à cidade. 
Ao caminhar pela cidade para a conhecer, tropeçou num duende que sonhava ser um homem belo e musculado (ulula). Então começaram a conversar e chegaram a um acordo, em que o duende lhe dava o amor da sua vida.
Assim foi, ela encontrou um músico que também se apaixonou por ela, casaram e viveram felizes para sempre, até que a velha voltou a ser velha.

Daniela Pinto, nº 10, 
Andreia Fung, nº 4
Larissa Dabó, nº 15
Margarida Souto, nº 17
Beatriz Barros, nº 6

27/03/2017

LER E APRECIAR

Título:
ciranda de pedra
Autora: Lygia Fagundes Telles
Editorial Presença, 2008, edição portuguesa publicada por acordo com Dr.Ray-Gude Mertin, Literarische Agentur, BadHamburg, Alemanha
204 Páginas,
Preço: € 13.00
Género: Romance

 Ciranda de pedra é um livro de Lygia Fagundes Telles, cuja primeira edição foi lançada em 1954. O tema desta obra é a vida de uma menina, Virgínia, que se sente inferiorizada, pelas situações por que passa. Estas situações são atuais, pois o divórcio dos pais e o não se dar bem com a família são exemplos de acontecimentos que ocorrem regularmente nos dias de hoje.
            Virgínia vive acontecimentos que lhe marcam a vida, uns mais dramáticos que outros mas todos contribuindo para o desenrolar da ação. Uma das situações que mais a marca é a morte da sua mãe, Alice. Todos os acontecimentos são encadeados e as emoções descritas: a situação inicial começa pela tristeza e rejeição da família que ela sente em criança, o divórcio dos pais e o facto de as irmãs serem beneficiadas, e termina com Virgínia a ir viajar para longe, o que simboliza o recomeço de uma nova vida, afastando-se de todas as pessoas que lhe eram mais próximas. A narrativa tem uma delimitação aberta, que convida a imaginar umas tantas possibilidades de futuro para a protagonista.

 Finalmente, este livro é indicado para leitores que gostem de histórias com um conteúdo dramático e sejam, de certo modo, contemporâneas. A autora narra detalhadamente os acontecimentos, e retrata as personagens, descrevendo as suas atitudes, e o mundo onde a protagonista se encontra.

 André Carneiro, Nº6,10ºC3,  27 de março de 2017


20/03/2017

LER E APRECIAR

Eis novo texto, resultante da leitura e apreciação desta obra tão interessante da literatura portuguesa.
Título: O Mandarim
Autor: Eça de Queirós
Editor: Porto Editora
Edição: dezembro de 2008
Número de páginas: 93
Género: Novela
O Mandarim é uma novela de Eça de Queirós que faz parte de uma coleção que junta algumas obras de grandes autores portugueses. Não é uma obra realista; o seu género enquadra-se no romance de aventura, e desperta o interesse daqueles que gostam de aventuras que deixam uma moral final.
É narrada a história de Teodoro, que é o narrador, homem pobre, no entanto, ambicioso, que sonha com uma vida de riqueza que sabe que não pode ter, porque leva a vida monótona e medíocre de um funcionário público. O narrador- personagem não acredita em deus nem no diabo, porém é muito supersticioso. A sua vida muda, quando descobre um livro que conta a lenda do Mandarim, segundo o qual, apenas um toque numa campainha lhe possibilitaria ter a vida que ele sempre quisera: ser rico. Para isso acontecer, Mandarim teria de morrer.
A verdade é que Mandarim fica rico como sempre quis, no entanto, arrepende-se. Há uma moral na história: o ser humano quer sempre ter aquilo que não tem, e “quem tudo quer tudo perde”, porque, na verdade, se a vida fosse sempre como se quer, viver faria pouco sentido.

Texto 13, Ana Margarida Gomes, Nº05, 10ºL1, 20 de março de 2017


13/03/2017

LER E APRECIAR

Orgulho e Preconceito
 Autora: Jane Austen
Editora: Civilizações
Preço: 8,99€
Número de páginas: 359
Género literário: Romance

         A escritora britânica Jane Austen publicou Orgulho e Preconceito, pela primeira vez, em 1813.
         A autora aborda assuntos bastante sensíveis como o casamento por interesse e o papel da mulher na sociedade do seu tempo, com o propósito de mudar a mentalidade machista e conservadora da época, criando personagens marcantes e cheias de personalidade.
         O romance narra como Elizabeth, uma jovem de 21 anos, linda, inteligente, atraente, alegre e sincera, lida com os problemas relacionados com a educação, cultura, moral e casamento na sociedade aristocrática da Inglaterra, no início do século XIX. Elisabeth representa o orgulho, e o austero Darcy representa o preconceito, justificando o título da obra.
         No desenrolar da história, as personagens acabam por se relacionar entre si, sendo a mais relevante a relação entre Elisabeth e Mr. Darcy, por se tratar de personagens principais. Inicialmente, quando se encontram, têm opiniões negativas recíprocas: tanto Elisabeth como Darcy têm uma imagem estereotipada do outro muito orgulhoso, vaidoso, arrogante e preconceituoso, que ostenta o estatuto social e o valor do património familiar.
          Rico em pormenores, o romance retrata valores, conceitos e preconceitos da época, foca a essência do papel feminino, nomeadamente no que tange à educação, à conduta e aos valores, colocando em evidência a futilidade das relações que visam de forma contundente a ascensão social pelo casamento e a garantia de conforto patrimonial.
                                                                                                                                                                                                          Texto 12, Adelgisa Ramos, Nº1, 11º L2, 13 de março de 2017




10/03/2017

SEMANA DA LEITURA

10 DE MARÇO
No último dia, “O PRAZER DE LER” foi-nos comunicado nos saberes e arte de escrever e pontuar bem.
Inês Oliveira Pires, uma estudante de medicina, apresentou-nos o seu livro “Galeria de Arte”. Através da história de Beatriz, personagem central, e seus amigos, revelou alguns pormenores e cativou a assistência das turmas do 9ºE, 10ºE2, 10ºC4, 11º C4 e 12º L1. Os alunos fizeram perguntas sobre a obra e sobre as mudanças e desafios inerentes à entrada na faculdade, os novos amigos, as experiências, as praxes. A autora respondeu com uma espontaneidade que surpreendeu, pelo incentivo às boas escolhas e à implementação de métodos de trabalho. Alertou para a importância de hábitos de leitura e como ‘LER’ é fundamental, quer na vida académica, quer na vida cívica e social, no crescimento do ser e dos afetos.
Depois, nova sessão.
O professor António Pereira, que lecionou 30 anos nesta escola, brindou-nos com a palestra ‘Pontuar para Acertar’. Mais do que uma palestra, foi uma aula interativa, em que os alunos das turmas 10º E1 e 11º C2 e professores, trabalharam nas regras da pontuação. Sem sombra de dúvida, o gosto pela leitura entrecruza-se com as aprendizagens de bem escrever.
Que ótima forma de concluir as atividades da Semana da Leitura!
Resta um agradecimento a todos aqueles que contribuíram e participaram: direção, professores, alunos (do 7º ao 12º ano, incluindo os cursos profissionais), associação de pais e encarregados de educação e assistentes operacionais, com um destaque especial às colaboradoras da Biblioteca Escolar, professoras Luísa Amorim e Tereza Menezes e ainda à D. Teresa Martins, A.O.
Salienta-se também o agradecimento ao professor Osvaldo Castanheira que, mais uma vez, foi o autor do excelente e apelativo Cartaz da Semana.
A professora bibliotecária

Maria dos Anjos Fernandes









































09/03/2017

SEMANA DA LEITURA

09 DE MARÇO DE 2017
Mais um dia de «O PRAZER DE LER».
De manhã, alunos dos 7º, 8º e 9º anos, participaram no CONCURSO DE LEITURA EM LÍNGUA ESTRANGEIRA. As leituras que fizeram em Espanhol, Francês e Inglês, mostraram como, de forma mais lúdica, se podem treinar outro tipo de literacias.
O júri, constituído pelas professoras Agostinha Ramos, Anabela Santos, Sílvia Alberto e Sofia Costa, selecionou os vencedores por ano/língua, a quem vão ser atribuídos certificados e prémios. Aos alunos classificados em primeiro lugar, ainda será dado um livro na língua em que fizeram a leitura, oferta da Associação de Pais e Encarregados de Educação.
De tarde, cumpriu-se o programa com a sessão: DECLAMAR POESIA.
Além dos alunos das professoras Alice Malato e Judite Morais, das turmas 11ºC1, 12º E2 e 12ºL2, que declamaram poemas de autores portugueses – de Cesário Verde a Eugénio de Andrade - passando pelo incontornável Fernando Pessoa, tivemos o prazer de receber três simpáticas ‘poetisas’ da nossa comunidade. As Eximas Sras. D. Elsa Nobre, D. Felismina Mealha e D. Lurdes Lourenço, declamaram para todos nós poemas inéditos de sua autoria. Muito aplaudidas, são um exemplo de vivacidade, bom humor, partilha e alegria de viver. A D. Elsa, com os seus 86 anos, declamou poemas enaltecendo a MULHER. Muitos parabéns a todos os participantes e obrigada por estas partilhas.
Também assistiram alunos do 8ºA, professores, assistentes operacionais e o presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação.

A Biblioteca Escolar agradece a participação a toda a Comunidade Educativa.
































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